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21 Motivos Para Visitar João Pessoa

João Pessoa é a terceira capital mais antiga do país, sendo uma das principais localidades da invasão holandesa, que aconteceu no Nordeste, no século XVII. Jampa, para os íntimos, é a segunda capital mais verde do mundo, perdendo o posto apenas para Paris, segundo dados da ONU. Este fato só amplia o veredito de que a capital pessoense é uma das melhores capitais brasileiras no quesito qualidade de vida e foi considerada pela International Living como uma das melhores cidades para aproveitar a aposentadoria, sendo, juntamente de Fortaleza, as únicas brasileiras da lista. Por ser a cidade mais oriental das Américas, é onde o sol sempre chega primeiro, fazendo com que o dia comece cedo para que se possa aproveitar a maravilha que é esta cidade.

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1. Admirar o nascer do Sol vendo os barcos da Praia de Tambaú

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Uma das praias da orla urbana de João Pessoa, Tambaú tem um dos sois nascentes mais lindos da cidade. Vale a pena acordar mais cedo e ver a luz do sol dourar o mar aos poucos, juntamente com os barcos que ficam nas águas.

2. Passear de bike pela Orla até o Estação Ciência

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João Pessoa tem uma ligação turística com a bicicleta. O veículo é íntimo da cidade e em sua orla tem uma ciclovia que nos enche os olhos. Uma boa pedida é desbravar o litoral da cidade usando uma bike, saindo do Bessa, ou outras praias, dá para chegar até uma das últimas obras de Niemeyer, o Estação Ciência. É uma pedalada fitness e deslumbrante.

3. Conhecer a história da Paraíba através da tela "O Reinado do Sol" de Flávio Tavares no Estação Ciência

No hall de entrada do auditório do Estação Ciência fica a obra “No Reinado do Sol”, de Flávio Tavares. Ela mostra para quem chega a história do estado e da capital, antiga Parahyba, entre conquistas, etnias, natureza e cultura. Como não poderia deixar de ter, o sol, que coroa uma mulher, é um dos pontos central da tela, lembrando que o sol nasce primeiro na Paraíba. São 5 quadros justapostos e medem, ao todo, 3m de altura e 9m de comprimento.Além disto, a Estação Ciência tem outras tantas obras dentro e fora dos prédios projetados por Oscar Niemeyer.
EGBERTO ARAÚJO / Via Flickr: egbertoaraujo

No hall de entrada do auditório do Estação Ciência fica a obra “No Reinado do Sol”, de Flávio Tavares. Ela mostra para quem chega a história do estado e da capital, antiga Parahyba, entre conquistas, etnias, natureza e cultura. Como não poderia deixar de ter, o sol, que coroa uma mulher, é um dos pontos central da tela, lembrando que o sol nasce primeiro na Paraíba. São 5 quadros justapostos e medem, ao todo, 3m de altura e 9m de comprimento.

Além disto, a Estação Ciência tem outras tantas obras dentro e fora dos prédios projetados por Oscar Niemeyer.

4. Se deleitar com a vista do pôr do sol no Hotel Globo

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Assim como o sol nasce primeiro em João Pessoa, também se põe primeiro e uma das pedidas é ir até o Hotel Globo admirar o ocaso no Rio Sanhauá, no centro histórico da cidade.

5. Ir ao Karaokê do Napoleão sem vergonha de sotar a voz

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Jampa é muito mais do que sol e praia. Vale muito a pena ir ao Napoleão e cantar uma música do Zé Ramalho ou da Elba no estado natal deles ou então qualquer outra música, por quê não?

6. Ir o Cine Banguê ver um filminho para descontrair

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O Banguê é um cinema mantido pela Fundação Espaço Cultural da Paraíba em que a meia entrada custa apenas R$5 e sua programação gira em torno e produções alternativas. Lá também rola o cineclube Tintin que tem mais de 10 anos de tradição no audiovisual pessoense.

7. Ver um show no Empório Café

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O Empório Café é um dos vários bares que existem em Tambaú e lá, além do karaokê e dos DJs da casa, vira e mexe tem show de diversas bandas da cena nacional e local.

8. Rejuvenecer em meio a cerveja barata do Tropical Bar

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Na Praia de Cabo a pedida é o quiosque Tropical Bar. O lugar é frequentado por jovens e lota nos finais de semana com gente atrás do surpreendente litrão a 6 reais <3. Com esse preço e o carisma dos garçons não tem como não sentar para tomar pelo menos uma cervejinha.

9. Respirar cultura no Slow Hostel

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Por que ficar em um quarto de hotel se você pode trocar vivências? O Slow Hostel vai além e é realmente uma hospedagem criativa, como alega o seu lema. Além dos livros e instrumentos do local, a Marina dá ótimas dicas da programação cultural que tá rolando pela cidade e ainda conta histórias do local como, por exemplo, a origem do nome da cidade.

10. Tirar uma noite do fim de semana para ir à Antenor Navarro

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Quem vê a praça Antenor Navarro de dia não imagina a sua diversidade nas noites do fim de semana. Este é um lugar de convergência ao ar livre no centro de João Pessoa. Há quem prefira o Espaço Mundo ou o Casarão 39, há também quem prefira ficar apenas na praça. Assim, pessoas de várias idades convivem tranquilamente contemplando o choque histórico que há ali.

11. Conhecer a lenda da Fonte Tambiá no Zoobotânico da Bica

A história da Fonte Tambiá faz inveja a qualquer Romeu. Antes dos europeus chegarem a João Pessoa, algumas tribos indígenas dominavam o lugar, dentre elas as rivais Cariris e Potiguaras. Tambiá era um guerreiro cariri que foi ferido em batalha e acabou aprisionado pela tribo contrária. Durante a detenção, conheceu Aipré e os dois se apaixonaram. Reza a lenda que, apesar de uma tribo rival, Tambiá recebeu a honraria de ter a filha do cacique como a sua &quot;esposa de morte&quot;, assim, Tambiá e Aipré se casaram e logo depois ele foi morto. Triste com a situação, Aipré se abrigou na floresta e chorou por 50 luas. Seus prantos fizeram brotar uma fonte que mais tarde ficou conhecida como Fonte Tambiá, ou simplesmente a Bica. Atualmente, a fonte se encontra no Parque Zoobotânico da Bica, pertinho do centro histórico da João Pessoa.
Via onordeste.com

A história da Fonte Tambiá faz inveja a qualquer Romeu. Antes dos europeus chegarem a João Pessoa, algumas tribos indígenas dominavam o lugar, dentre elas as rivais Cariris e Potiguaras. Tambiá era um guerreiro cariri que foi ferido em batalha e acabou aprisionado pela tribo contrária. Durante a detenção, conheceu Aipré e os dois se apaixonaram. Reza a lenda que, apesar de uma tribo rival, Tambiá recebeu a honraria de ter a filha do cacique como a sua "esposa de morte", assim, Tambiá e Aipré se casaram e logo depois ele foi morto. Triste com a situação, Aipré se abrigou na floresta e chorou por 50 luas. Seus prantos fizeram brotar uma fonte que mais tarde ficou conhecida como Fonte Tambiá, ou simplesmente a Bica.

Atualmente, a fonte se encontra no Parque Zoobotânico da Bica, pertinho do centro histórico da João Pessoa.

12. Pegar um coletivo e ir até as praias de Cabedelo

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Às vezes, andando no Bessa, se você se empolgar muito acaba chegando na Praia de Intermares. Neste ponto já é Cabedelo, uma das cidades da região metropolitana de João Pessoa. O seu litoral é quase uma continuação das praia da capital e é difícil ir à Jampa e não conhecer Cabedelo é ir à Roma e não conhecer o Papa.

13. Se energizar na Praia da Penha

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Um pedacinho nada turístico, mas não menos belo, é a Praia da Penha. A comunidade de pescadores tem uma energia única, abençoada pela Nossa Senhora da Penha, e em sua capela, feita no século XVIII, dá para ficar apreciando a vista do lugar (e pensando que bom que estou em João Pessoa). Além disso, dá para tomar banho de mar e depois num olho de rio, ou vice versa, se reenergizando para aproveitar outros dias de Jampa.

14. Se deliciar com a arte urbana do centro da cidade

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Apesar de uma suposta "revitalização" no centro histórico apagando grafites e pixações, no maior estilo Dória, ainda dá locais que possuem diversos traços, cores e que ajudam a dar um outro ar à cidade.

15. Pagar de turista na Praia do Jacaré

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Apesar de ser localizado em Cabedelo, o pôr do sol do Jacaré é o ponto turístico mais famoso na categoria "foto pra mostrar pros pais". Lá, o Jurandy do Sax toca diariamente Bolero de Ravel sob o rio Paraíba e todos do local param para apreciar aquele momento, lembrando que o dia em Jampa foi muito show.

16. Pegar a estrada e ir até o Litoral Sul

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Sem dúvidas, as praias do litoral sul da Paraíba são as melhores do estado. Dentre as mais famosas, sem dúvida estão Coqueirinho e Tambaba. Esta último tem a sua reputação firmada por ser uma das poucas praias naturalistas oficiais do país, a primeira do Nordeste. Lá é o lugar perfeito para perceber que é um absurdo o pudor pelo nú que temos.

17. Fazer comprar no Mercado de Artesanato Paraibano

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Não se visita uma cidade e não leva lembrancinhas pros tios-avós. No Mercado de Artesanato Paraibano dá para levar até para a prima de terceiro grau e não pagar muito. Tem canga a R$ 30, sacola de viagem a R$ 20 e imãs e chaveiros a R$ 1. Vale a pena conhecer, apoia e ainda pagar barato pelo artesanato local.

18. Conhecer a Casa do Artista Popular Janete Costa

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A Casa do Artista Popular fica na Praça da Independência e é um bom ponto de parada para conhecer o artesanato do estado que vai desde diversos pontos de bordado à diferentes cores de barro, passando pelo talho da madeira e costuras. Tudo vindo dos mais diversos pontos da Paraíba.

19. Ir às piscinas naturais do Seixas

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Se João Pessoa está no ponto mais ao Leste das Américas, a Ponta dos Seixas é o pedaço de terra que dá à cidade esta fama. As piscinas naturais da região dos Seixas te relaxam e fazem pensar que "logo ali" está a África.

20. Mergulhar na história da Igreja São Francisco

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Com arquitetura barroca, o local começou a ser construído em 1589, quatro anos depois de os portugueses terem chegado à região, e foi finalizado em 1591. Em 1634, com a invasão holandesa, a edificação se tornou um forte do povo neerlandês e só foi recuperado pelos franciscanos 27 anos depois.

Repleto de história, a igreja, e as construções ao redor, foram tombadas pelo Iphan em 1952 e hoje o local forma o Centro Cultural São Francisco, aberto ao público com visita guiada.

21. Pois, no fim das contas, você também vai amar João Pessoa

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João Pessoa é um local único e mistura um grande peso artístico e histórico com uma paisagem que encanta a todos. Impossível visitar e não querer voltar. Impossível não amar Jampa.

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