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13 de dez de 2017

15 coisas absurdas sobre o corpo feminino que as pessoas acreditavam

É pra rir ou pra chorar?

1. No século 19, cientistas acreditavam que doenças uterinas eram causadas pela “retirada” do membro masculino antes da ejaculação.

SNL Studios

Em outras palavras, era um perigo interromper o prazer masculino. Privação de sêmen = doença uterina.

2. Além disso, que as mulheres só conseguiam chegar ao orgasmo com esperma.

giphy.com

Ou seja, elas só atingiriam o clímax se fizessem sexo com um homem E se ele ejaculasse dentro delas.

3. Naquela época, acreditava-se que o orgasmo fazia o útero da mulher "pulsar".

FOX

Segundo o autor James Ashton, quando uma mulher atinge o clímax, seu “útero se enche de sangue, subindo e descendo na vagina, colocando o seu colo em contato com o órgão masculino”. Hmmm. Então tá.

4. E que se a mulher fizesse sexo em qualquer outra posição que não "papai e mamãe", ela desenvolveria fungos nas trompas de Falópio, pegaria câncer e morreria.

FOX

Assim, todas as mulheres puras e respeitáveis deveriam ficar deitadas com a barriga para cima e as pernas na posição correta durante o sexo.

5. Na Era Vitoriana, as mulheres achavam que a melhor maneira de manter a higiene era se banhando com e inalando amônia.

NBC

"Com licença?"

Parece seguro. (BRINKS, NÃO TENTE ISSO EM CASA, NUNCA).

6. E elas costumavam amarrar pedaços de carne no rosto para prevenir o aparecimento de rugas, porque um rosto envelhecido = uma alma infeliz.

FOX

Durante a Era Vitoriana, as rugas eram vistas como um sinal de que a mulher era infeliz. Assim, as mulheres faziam de tudo para evitar isso... incluindo amarrar pedaços de carne ao redor do rosto para, supostamente, substituir o tecido adiposo perdido.

7. Sardas também eram consideradas impurezas. Por isso, eram queimadas com ácido ou radiação ultravioleta (no sol).

ABC

A resposta para esse dilema cosmético, na época, era ficar no sol até que ele torrasse completamente o rosto. Quando a pele começasse a descascar, as sardas poderiam ser esfoliadas. No entanto, hoje sabemos que o sol pode agravar as sardas, então... 🤔

8. Para terem os seios "perfeitos", as mulheres passavam água gelada nos peitos para estimular a circulação sanguínea.

NBC

Pois seios caídos indicavam que a alma era meio caída também.

9. Maçãs do rosto proeminentes e peitos chatos eram considerados sinais de feiúra.

Bravo

Na época, ter peitos chatos e ser magra indicavam que a mulher era doente, vinha da classe operária, pensava demais e/ou praticava atividades pecaminosas.

10. As pessoas acreditavam que ficar sozinha e diminuir ao máximo os pensamentos podiam ajudar uma mulher a ganhar peso.

NBC

Uma mulher tinha de engordar se quisesse encontrar um marido e ter o respeito da comunidade. Mas como fazer isso? Encontrando um local tranquilo, refrescante e úmido para se sentar — e não pensar em nada —, é óbvio!

Acreditava-se que se uma mulher parasse de pensar e controlasse suas próprias emoções pelo menos uma vez na vida, ela ganharia peso porque sua frequência cardíaca desaceleraria.

11. Se uma mulher fosse considerada excessivamente gorda, provavelmente ela engoliria uma tênia.

Bravo

"O quê?"

Os médicos aconselhavam as mulheres que queriam perder peso a engolirem uma tênia e deixarem essas coisinhas fofas trabalharem um pouco em seus estômagos. Quando a tênia terminasse de comer todas as calorias e estivesse com cerca de 9 metros, a mulher poderia retirá-la na próxima visita ao penico... TODOS OS 9 METROS DELA.

12. Os homens achavam que algumas mulheres menstruavam "incorretamente", o que causava cólicas e poderia levar à histeria.

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Sim, é isso mesmo que você leu. Os homens do século 19 acreditavam que a culpa era única e exclusivamente da mulher por qualquer "irregularidade" — como cólicas e inchaço — na sua menstruação. Para manter um ciclo menstrual livre de cólicas e completamente regular, as mulheres deveriam evitar bebidas geladas, banhos de mar e banhos frios. Dizia-se que quase todos os casos de histeria eram resultado do descumprimento dessas instruções.

13. Ah, e a menstruação irregular e dolorosa de uma mulher também era vista como resultado da sua personalidade.

giphy.com

Pye Henry Chavasse, que escreveu o livro "Advice to a Wife on the Management of Her Own Health" (Conselho a uma Mulher sobre a Manutenção de Sua Própria Saúde, em tradução livre), em 1880, acreditava que “as jovens damas pálidas, de compleição sem cor, apáticas e quase sem vida constantemente vistas em nossa sociedade geralmente devem o seu estado de saúde miserável à sua menstruação, inexistente, deficiente ou copiosa."

14. Havia o medo de que o sangue menstrual de mulheres virgens pudesse acabar acumulado em seus corações e pulmões.

TV Land

"Me desculpe. Não dá."

Essa teoria data de 400 A.C. e acredita-se que ela tenha sido cunhada por Hipócrates (que surpreendente! Outro homem). Ela durou até a Era Vitoriana, quando as pessoas achavam que esse sangue acumulado era a explicação para a morosidade e insanidade entre mulheres...

15. E ainda não acabou! Também acreditava-se que uma menstruação irregular podia levar à morte... pois o sangue romperia o cérebro da mulher e destruiria seus pulmões.

Bravo

"Que besteira é essa?"

Orson Squire Fowler — que, devo mencionar, não era médico — achava que se uma mulher ficasse triste, não menstruaria. Em razão disso, o sangue acumulado da menstruação causaria um estrago no seu cérebro e nos seus órgãos vitais. Ele também afirmava que isso “tornaria a mulher horrível e odiosa”.

Metro Pictures / Via maudit.tumblr.com

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Este post foi traduzido do inglês.

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