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Uma campanha expôs a relação entre violência e frases homofóbicas

A página "É Pra Falar de Gênero Sim" compilou manchetes de crimes contra jovens homossexuais e frases que já cansamos de ouvir no dia a dia.

publicado

No último sábado (28), a página "É Pra Falar de Gênero Sim" divulgou em sua página uma campanha contra a homofobia de todo dia.

Facebook: eprafalardegenerosim

O post faz a relação entre crimes motivados por homofobia e frases que pessoas preconceituosas costumam dizer sobre homens gays.

Facebook: eprafalardegenerosim

"O tio paterno do adolescente afirma que a mãe não aceitava a homossexualidade de Itaberli, que foi encontrado carbonizado em um canavial", afirma a matéria do Jornal do Brasil.

Em comum, os crimes envolvem toques de crueldade e a dificuldade em aceitar a homossexualidade dos jovens.

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"Alguns colegas de Alexandre dizem que vêm recebendo ameaças de morte por parte de skinheads que perseguem homossexuais na cidade", afirma a matéria do G1.

A página alerta para a violência escondida por trás de frases consideradas "inofensivas".

Facebook: eprafalardegenerosim

"Familiares do rapaz informaram que ele era homossexual e estava morando só desde o término de seu último relacionamento, há cinco meses. Atualmente, o adolescente fazia um curso de cabeleireiro", diz a matéria do Diário de Pernambuco.

E a conclusão da campanha é muito simples: homofobia mata, sim.

Facebook: eprafalardegenerosim

"O estudante Rafael Melo, de 14 anos, morreu a pauladas e pedradas. A suspeita da família é de que o crime tenha sido motivado por homofobia", diz a matéria do G1.

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