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Esta jovem criou um curso de defesa pessoal para mulheres muçulmanas

"Com o aumento dos crimes de ódio depois da eleição norte-americana, a autodefesa tornou-se mais importante do que nunca."

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No último sábado, Abdulla entrou em contato com Misho Ceko, o instrutor chefe da Chicago Mixed Martial Arts, para desenvolver o que ela chama de "Seminário de Sobrevivência a Crimes de Ódio".

Ela disse que foi motivada pelo recente aumento nos incidentes de racismo e violência contra muçulmanos e outros grupos.

A dupla trabalhou criando dois movimentos conjuntos que uma pessoa que está sendo atacada pode usar para se livrar. Os movimentos têm como base o Jiu-jitsu brasileiro e foram projetados especificamente para ajudar pessoas pequenas a superar adversários maiores.

"Eu tentei esses movimentos com homens bem maiores e me dei bem todas as vezes", disse ela, completando que "não é uma lutadora qualificada ou conhecida em qualquer lugar".

Abdula detalha as instruções em inglês e linguagem de sinais. Aqui eles ensinam a como se defender de um ataque frontal:

E de um ataque pelas costas.

Abdulla postou vídeos dos movimentos no Facebook. "Com o aumento dos crimes de ódio depois da eleição norte-americana, a autodefesa tornou-se mais importante do que nunca", ela escreveu.

Em seus posts, ela incentiva que as pessoas espalhem os vídeos: "Por favor, compartilhem amplamente, especialmente com nossas irmãs nos estados mais conservadores."

Desde que ela compartilhou as filmagens na terça-feira, Abdulla recebeu solicitações de centros comunitários, casas de cultos, grupos escolares e mais para ensinar os dois novos seminários: um curso de autodefesa com duração de uma hora e uma versão de duas horas que trata mais a fundo dos crimes de ódio.

Ambos os cursos incluem as técnicas de autodefesa, disse ela.

"No momento estamos trabalhando para atender os pedidos e começar a agendar as datas", disse Abdulla.

A professora deu aula para apenas uma turma, mas foi um grande sucesso.

"Todos os participantes envolvidos demonstraram aumento nos níveis de autoconfiança, autoestima e sensação de segurança", disse ela.

Veja os vídeos completos daquilo que Abdulla chamou de "escapando de alguém agarrando o hijab".

Este post foi traduzido do inglês.

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