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16 histórias protagonizadas por pequenos meliantes que poderiam virar filme

Vivendo a vida intensamente desde sempre.

publicado

Perguntamos para os nossos leitores na página do BuzzFeed Brasil no Facebook quais foram os piores crimes que eles cometeram quando crianças. Estas são as melhores histórias dos pequenos meliantes:

O Plano (quase) perfeito, por Isabella Trad.

"Eu ficava de castigo sem poder entrar na internet e, quando meus pais saíam, eu entrava escondida. Sempre que eles voltavam, checavam se o modem estava quente. Para burlar, eu colocava ele no congelador por uns minutos antes que meus pais voltassem pra casa. Pena que um dia eu esqueci ele lá."

Sequestrando Jesus, por Michele Segatti.

"Era 1993, véspera de Natal, e minha avó tinha um presépio tão grande que era uma cidade completa. Tudo ia bem, até que notaram que o menino Jesus havia sumido. Foi todo mundo procurar, naquele que deve ter sido o Natal mais unido de minha família. Eu só de canto dando risada até que resolvo dar minha cartada de mestre: do alto de meus cinco anos, saio gritando pela casa que menino Jesus tinha sido sequestrado e só seria devolvido mediante presente de Natal adiantado.

Fui dormir sem presente e, no ano seguinte, o menino Jesus tinha sido colado com Super Bonder.

PS: Ganhei meu presente no dia seguinte e era aquela Xuxa que diziam que matava as crianças."

Enxertando o ovo de Páscoa, por Bianca Daldegan.

"Quando eu ganhava ovo de páscoa, minha mãe guardava eles no armário dela e eu só podia pegar um pedaço por dia. Uma tarde peguei um pedaço escondida e no fim acabei comendo o ovo inteiro. Pra minha mãe não descobrir, enchi a embalagem de meias. Todo dia eu ia lá e fingia que pegava um pedaço, mas na verdade só tirava uma meia de dentro da embalagem, até que o ovo finalmente 'acabou'. Nunca fui pega."

Campainha do mal, por Camila Godoy.

"Minha avó ia cuidar da gente às vezes em casa, mas sempre acabava dormindo e, como queria que ela ficasse acordada pra brincar comigo e com a minha irmã, a gente tocava a campainha de casa e entrava correndo para dentro de casa. Com a maior cara lavada, falávamos que devia ter sido algum garoto da rua fazendo brincadeirinha de mau gosto."

Método anti-contraceptivo, por Henrique José Switalski.

"Quando eu tinha de cinco para seis anos queria muito uma irmãzinha. Diabólica, minha irmã mais velha, com 13 anos na época, disse que se eu pegasse uma agulha e furasse os pacotinhos quadradinhos que estavam em cima do armário eu ia ter uma surpresa. Cerca de quatro meses depois, minha mãe começou a passar mal no trabalho e ter desmaios em casa. Depois de mais 5 meses minha irmãzinha nasceu. Só contei isso pros meus pais depois quando já tinha 10 anos. Apesar das risadas, apanhei."

A união faz a força, por anônimo.

"Eu tinha entre 14 e 15 anos quando minha madrastra tinha comprado um Super Nintendo para o filho dela, porém ele só poderia usar se ele acertasse a tabuada. No dia que ela começou a tomar a tabuada dele na mesa da cozinha, corri para pia e comecei a lavar as vasilhas. Com a espuma escrevia o resultado com o dedo e no fim conseguimos fraudar o teste e ganhamos o videogame."

Três vezes no Samba, por Pan de Jesus.

"Todo aniversário da cidade tinham shows e parque de diversão para comemorar e meu pai deixava que escolhêssemos dois brinquedos para ir, mas eu nunca me satisfazia. Como o ingresso do parque era bem simples, tipo uma folha A4 impressa em preto e branco com uma superfície lisa e brilhosinha, juntei então mais outras quatro crianças e imprimimos várias copias, recortamos e passamos vela (pra ficar na textura ideal).

Foram dois dias de diversão sem limites, andei três vezes no samba e só fomos descobertos no terceiro dia. Quando perguntaram de onde vieram aqueles ingressos, nós dissemos que compramos de um cara na entrada da festa. Tínhamos por volta de 12 anos."

Unidos por uma boa causa, por Carol Luz.

"Eu e meu irmão brigávamos muito na adolescência. Uma vez ele correu atrás de mim com um rodo e, na hora que ele estava pronto para descer o rodo na minha cabeça, fechei a porta do quarto. Como a porta era de madeira, acabou rolando um furo enorme. A briga acabou na hora e começamos a colar fotos nossas na porta. O buraco só foi descoberto cerca de cinco anos depois, quando minha mãe foi reformar a casa."

Tudo por um chocolate, por Léa Mara.

"Quando minhas tias ganhavam chocolates dos namorados, escondiam no guarda-roupas e trancavam. No começo, eu e meus primos vasculhávamos o quarto à procura da chave e quando achávamos, os roubávamos. Mas com o tempo nós ficamos mais espertos e passamos a desparafusar a parte de trás do guarda-roupas, pegávamos os chocolates e arrumávamos os parafusos de novo. Era mais fácil assim e elas demoraram muito pra perceber o que estávamos fazendo."

Até Deus duvida, por anônimo.

"Quando era criança ia pra igreja com meus pais e curtia muito ficar mascando chiclete ou chupando umas balinha de hortelã. Como minha mãe nunca queria me dar a grana pra comprar, um dia abri a bolsa dela na cadeira da igreja enquanto ela estava longe e peguei uma moeda de R$ 1. Depois cheguei nela fingindo que eu achei a moeda no chão do lado de fora e perguntei se poderia comprar doces. Como ela deixou repeti o delito muitas outras vezes. Desculpa mãe."

Boneca russa, por Mônica S. Weber.

"Eu roubava os leites condensados da minha mãe e escondia atrás do sofá. Um dia fui degustar minha iguaria e ela estava cheia de formigas. Ao ler o rótulo, fiquei muito decepcionada ao descobrir que precisaria ser guardado na geladeira. Como não ia ser possível fazer isso sem ser descoberta, peguei uma lata de bolacha vazia, enchi de gelo e coloquei a lata de leite condensado dentro. Infelizmente a lata ficou 'suada' por fora e fui obrigada a colocar a lata dentro de outra lata. E foi assim que criei uma matrioska de latas para esconder meu crime."

O limoeiro, por Stéphanie Lazarini.

"Quando era pequena eu e minhas amigas da rua decidimos pegar limão de uma chácara que tinha perto de casa. Pegamos vários até que a dona resolveu soltar os cachorros. Todo mundo saiu correndo menos uma amiga, que simplesmente deitou no chão e ficou em posição de estátua. Depois de abandoná-la, perguntamos porque fez aquilo e ela disse que estava se fingindo de morta justamente para não ser atacada. Pior que deu certo."

Senhora do tempo, por Mariana Fortes.

"Quando tinha meus 14 anos a internet aqui em casa era discada e eu só podia entrar navegar nos finais de semana e depois da meia-noite. Porém eu nunca conseguia ficar acordada até tão tarde, então comecei a esperar minha mãe dormir, adiantava o relógio pra depois da meia-noite e entrava na internet de boa, afinal, se ela acordasse eu daria a desculpa de que já tinha dado o horário. Por sorte nunca conferiram a conta de telefone."

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