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15 mulheres foda do passado que deveríamos ter conhecido na escola

Rainhas, abolicionistas, sufragistas, cientistas...

publicado

1. Lucy Stone (1818-1893), abolicionista e sufragista americana

en.wikipedia.org / Creative Commons

"Lucy Stone foi a primeira mulher em Massachusetts (Estado dos EUA) a obter um diploma universitário e, depois da faculdade, ajudou a alavancar os movimentos feminista e abolicionista. Ela foi jornalista e publicou vários livros, além de ser uma ótima oradora. Além disso, ela usava calças nos anos 1800."

Enviado por gwood98

2. Zenóbia, rainha do Império de Palmira, na Síria, no século 3º

en.wikipedia.org / Creative Commons

"Rainha Zenóbia – COMO AS PESSOAS NÃO SABEM SOBRE ELA? – foi a rainha guerreira do que hoje é a Síria, uma feminista e uma diplomata. Ela falava pelo menos quatro línguas, escreveu um livro narrando mil anos da história da Ásia e caçava ursos e leões com uma lança montada a cavalo. Ela e seu marido guiaram exércitos através da Pérsia e derrotaram uma invasão de godos. Ela era tão foda que o Papa elogiou sua coragem. Quando seu marido foi assassinado, ela prendeu os assassinos e os ofereceu como sacrifícios humanos no Templo de Baal.

"Mas Zenóbia estava apenas começando. Ela se autodeclarou rainha do Oriente, invadiu o Egito e governou um império gigantesco. Ela corrigiu a economia, construiu alianças com a Arábia e expulsou o exército romano quando ele se atreveu mexer com ela."

Enviado por Anne McClintock via Facebook

3. Mary McLeod Bethune (1875-1955), ativista dos direitos civis e educadora americana

"Mary McLeod Bethune foi uma grande educadora e ativista de direitos civis. Ela fundou escolas particulares para crianças afro-americanas quando a educação era negada a elas em outros lugares, fundou o Conselho Nacional das Mulheres Negras e serviu como conselheira para Franklin Delano Roosevelt.

"Ela trabalhou duro para conscientizar os Estados Unidos sobre as realizações dos negros em uma época em que uma grande porcentagem dos cidadãos norte-americanos acreditava que os negros eram sub-humanos. Ela foi a única mulher negra presente quando a ONU foi fundada."

Enviado por Dawn Sardella-Ayres via Facebook

4. Laskarina Bouboulina (1771-1825), comandante naval grega

commons.wikimedia.org / Creative Commons

"Eu sou grega e cresci admirando Laskarina Bouboulina. Ela teve nove filhos, foi duas vezes viúva e viveu entre 1771 a 1825. Depois que ambos os seus maridos foram mortos por piratas argelinos, ela herdou suas respectivas fortunas e expandiu seu negócio com elas. Mais tarde, ela se tornou a única mulher a participar de uma organização clandestina que preparava gregos para se revoltarem contra o Império Otomano.

"Ela também se juntou à Guerra da Independência Grega. Ela comandou uma frota de oito navios, incluindo cinco de sua própria frota. Ela participou de bloqueios navais em três cidades diferentes. Durante o massacre de Chios, ela conteve soldados turcos que estavam destruindo a ilha e salvou a vida de mulheres e crianças no harém do governante da cidade. Eventualmente, ela foi considerada perigosa para o Estado grego, presa e exilada. Após a sua morte, a Rússia lhe concedeu o título de almirante. Ela foi a única mulher a receber esse título. A Grécia a colocou em uma moeda de 1978-1997 e nomeou algumas ruas em sua homenagem."

Enviado por Maria Kokora via Facebook

5. Margaret Hamilton (1936–), cientista da computação, cujo trabalho nos levou à Lua

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"Margaret Hamilton liderou a equipe que desenvolveu o programa de voo para as missões Apollo. O homem não teria pisado na Lua sem o trabalho dela."

Enviado por megant44c30fe88 e Kate Burkhart, Facebook

6. Artemísia I de Cária (século 5º a.C.), rainha e comandante naval nas guerras greco-persas

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"Artemísia I de Cária foi uma rainha muito bem-sucedida nos anos 400 a.C. Como se isso não fosse suficiente, ela se tornou um dos principais generais militares do Império Persa, onde era conhecida por ser super-inteligente e estratégica. O imperador até chegou a enviar seus filhos para serem criados em torno dela na esperança de que eles aprenderiam algo com ela.

"(Sim, ela é a garota de '300', mas ela era MUITO MAIS LEGAL NA VIDA REAL)"

Enviado por tessjane77

7. Hürrem Sultan (1526-1558), uma das mulheres mais influentes na história do Império Otomano

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"Hürrem Sultan, também conhecida como Roxelana, era uma escrava ucraniana que entrou no harém de Suleiman, o Magnífico, com 15 anos de idade. Ela tornou-se politicamente influente e levou Suleiman a aposentar o resto de seu harém, a libertá-la e a se casar com ela oficialmente. Ela desempenhou um papel proeminente na política e começou o Sultanato de Mulheres (um período de cerca de 130 anos, quando as mulheres tiveram enorme influência política sobre o sultão otomano)."

Enviado por Haylie Roberts via Facebook

8. Noor Inayat Khan (1914-1944), agente secreta de origem indiana e americana para o Reino Unido na Segunda Guerra Mundial

commons.wikimedia.org / Creative Commons

"Noor Inayat Khan foi uma agente secreta britânica durante a Segunda Guerra Mundial e trabalhou como operadora de rádio em Paris quando era controlada por nazistas. O trabalho tinha uma duração de seis semanas e ela permaneceu por quase cinco meses. Ela acabou sendo traída por um piloto francês e interrogada durante mais de um mês no campo de concentração de Dachau. Ela lutou tão bravamente contra os nazistas durante o interrogatório que eles ficaram com medo dela e a rotularam como uma 'prisioneira perigosa'. Ela nunca deu uma única informação para os nazistas em todo o seu tempo em Dachau... Foi relatado que sua última palavra antes de sua execução foi 'liberté.'"

Enviado por sophiea4c13044d2 e anniec4a6ed333a

9. Veronica Franco (1546-1591), poetisa e cortesã italiana

en.wikipedia.org / Creative Commons

"Veronica Franco foi uma cortesã, poetisa e editora do século 16. Ela era uma mulher bem-educada, uma raridade na época, e parte da classe intelectual de cortesãs. Ela publicou pelo menos dois livros de poesia, editou outros, pertenceu ao mais prestigiado círculo literário de Veneza e defendia as crianças e mulheres pobres. Ela foi julgada por bruxaria, mas as acusações foram retiradas, e acredita-se que ela tenha tido uma ligação com o Rei Henrique III da França. Veronica Franco foi uma mulher bem-sucedida em uma época em que as mulheres eram pouco mais do que uma propriedade."

Enviado por minerva9544

10. Madge Syers (1881-1917), patinadora artística pioneira britânica

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"Madge Syers foi uma patinadora artística britânica que mudou completamente o esporte. Em 1902, ela competiu no campeonato mundial, que era um evento exclusivamente para homens. Ela conseguiu levar para casa a prata. Após o campeonato mundial, a União Internacional de Patinação (ISU) votou a favor da proibição de mulheres no esporte. Apesar dessa decisão, Madge ainda entrou em outras competições. No ano seguinte, ela competiu no campeonato britânico e ficou em primeiro lugar, batendo todos os outros competidores, incluindo seu marido. Finalmente, em 1905, a ISU cedeu e permitiu que as mulheres competissem oficialmente."

Enviado por jmc289

11. Hatshepsut, rainha-faraó do Egito de 1478-1458 a.C.

Rob Koopman / en.wikipedia.org / Creative Commons

"Hatshepsut foi uma das maiores rainhas a governar e 'a primeira grande mulher na história de que temos notícia', de acordo com o egiptólogo James Breasted. Ela organizou expedições estrangeiras, expandiu o comércio, liderou um renascimento da arquitetura no Egito, conseguiu muita riqueza e marcou o início de um longo período de paz para o Egito."

Enviado por imafreakokay

12. Nettie Stevens (1861-1912), geneticista americana

"Nettie Stevens descobriu que o sexo de um organismo é determinado pelos seus cromossomos X e Y. Assim, ela refutou o argumento de centenas de anos de alguns homens que culpavam suas mulheres de não lhes dar um 'herdeiro do sexo masculino.'"

Enviado por Ariel Melissa via Facebook

13. Rainha Nzinga de Matamba e Ndongo (1583-1663), que lutou contra o colonialismo português em Angola

A rainha Nzinga de Angola lutou contra o colonialismo português do seu reino. Durante uma reunião com funcionários portugueses, eles tentaram humilhá-la e repreendê-la. Ela entrou na sala e a única cadeira estava ocupada por um dos representantes portugueses. Eles pensaram que ela seria forçada a se sentar no chão. Mas seus olhos percorreram a sala e ela apontou para um de seus servos, que imediatamente se agachou, ficando curvado e de joelhos, para servir como sua cadeira."

Enviado por Meagan Stewart via Facebook

14. Maya Deren (1917-1961), cineasta americana

"Nascida em Kiev antes de se mudar para os EUA, Maya Deren foi dançarina, escritora, fotógrafa e cineasta – e foi essencialmente a mãe dos filmes de vanguarda. Seus curtas-metragens hoje estão no YouTube e ainda são incrivelmente poderosos e comoventes. Eles ainda parecem revolucionários, por isso devem ter sido completamente arrebatadores na década de 1940 e 1950."

Enviado por Natalya Lobanova

15. Josephine Baker (1906-1975), ativista e entertainer francesa nascida nos Estados Unidos

"Josephine Baker era uma estrela de cabaré que mantinha uma cheetah de estimação e ajudou tanto a resistência francesa na Segunda Guerra Mundial e como o movimento americano pelos direitos civis da década de 1950 e 1960. Na década de 1930, a sofisticada sociedade europeia era simultaneamente fascinada e hostil com as mulheres negras – mas Baker sempre foi assumidamente ela mesma. Ainda um grande ícone de estilo, seus shows tinham cabaré e números de dança com topless ao lado de comédia pastelão e caretas. Assim, ela desafiou totalmente a noção de que a sexualidade feminina podia ser definida ou controlada, e mais importante, mostrou que, acima de tudo, isso devia ser DIVERTIDO para as mulheres.

"Ah, e há uma anedota incrível sobre ela: Sua empregada entra em seu quarto e diz: 'Senhorita Baker, há 12 homens aqui para vê-la'. Josephine responde: 'Ah, eu estou muito cansada hoje. Mande um embora.'"

Enviado por Susan Clare e Vanessa Heine via Facebook

Observação: As respostas enviadas foram editadas por questões de espaço e/ou clareza.

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