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Conheça a história do voo brasileiro que desapareceu sem deixar pistas

Em 1979, um Boeing 707 decolou no Japão rumo ao Rio de Janeiro com seis tripulantes e mais de um milhão de dólares em obras de arte. Nunca mais foi visto

publicado
Werner Fischdick

No dia 30 de janeiro de 1979, um avião cargueiro Boeing 707 saiu do aeroporto de Narita, no Japão, com destino ao Galeão, no Rio de Janeiro. O voo Varig 967 tinha seis tripulantes e transportava 153 quadros do pintor Manabu Mabe, avaliados em US$ 1,24 milhão.

Globo / Via youtube.com

O comandante era Gilberto Araújo da Silva, piloto experiente com mais de 23 mil horas de voo. Gilberto fez o primeiro contato com a torre de controle às 20h45, cerca de vinte minutos depois da decolagem. O segundo contato, previsto para 21h23, não aconteceu.

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Globo / Via youtube.com

Seis anos antes, o comandante Gilberto estava em outro acidente e pousou um avião em chamas em um campo de cebolas perto de Paris. 122 pessoas morreram e Gilberto foi condecorado pelo governo francês por ter evitado uma tragédia maior.

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O avião nunca foi encontrado -- nem destroços, nem sinais do acidente. À época, surgiram ao menos três teorias conspiratórias para explicar o desaparecimento:

1. O avião havia sido abatido após invadir o espaço aéreo da Rússia

2. Colecionadores de arte teriam sequestrado o avião (US$ 1,24 milhão em obras de arte, lembra?)

3. Como não podia deixar de ser, ETs teriam sumido com o avião.

A teoria mais aceita, no entanto, diz que a cabine sofreu uma despressurização lenta, o que levou a tripulação a perder os sentidos. A aeronave teria voado um tempo no piloto automático e finalmente caído no Oceano Pacífico.

Assista à matéria do "Fantástico" sobre o mistério do voo 967

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