27 de jan de 2017

    Por que "A Grande Família" foi a melhor série já feita no Brasil

    Aquela. Jarra. De. Abacaxi.

    Era legal assistir a uma série que se passava numa casa que certamente era bem parecida com a sua ou com a de algum parente seu.

    E tal qual uma tradicional família brasileira, a "A Grande Família" era de sobrenome Silva.

    Divulgação / TV Globo / Via Facebook: 1700042420309630

    Diferente de algumas novelas, você se sentia em casa e não num lugar que jamais esteve antes.

    Quem nunca quis servir algo para beber daquela belíssima jarra em formato de abacaxi?

    TV Globo / Reprodução / Via globoplay.globo.com

    Quem viveu no subúrbio certamente teve uma dessas e achava o maior barato ver ela na TV.

    Todo mundo lembrava do próprio vô quando via o Seu Floriano, boa gente e muito engraçado.

    Era muito fofo quando o Tuco chamava o próprio pai de "popozão".

    Reprodução / TV Globo / Via globoplay.globo.com

    Afinal de contas, quem nunca apelidou o paizão também?

    E difícil não se identificar com o Tuco quando ele dava um trato no Monza clássica do "Popozão" para dar uma volta.

    O figurino do Agostinho virou uma marca registrada.

    Reprodução / TV Globo / Via globoplay.globo.com

    Quem também tinha umas roupas bem maneiras era o Tuco.

    E todo mundo queria uma mãe como a Dona Nenê.

    gshow.globo.com

    Superprotetora, amável, que faz tudo pela sua família e muito divertida.

    Mesmo os personagens secundários eram figuraças que lembravam alguém da sua vida.

    redeglobo.globo.com

    Todo mundo conheceu alguém que prestava serviço para a sua família que era doido igual ao Paulão da Regulagem, ou um de seus pais teve um chefe doido igual ao Mendonça, uma vizinha e amiga da família que sempre aparecia, feito a Marilda.

    E você já teve curiosidade de ir conhecer o brilhante estabelecimento chamado "Pastelaria do Beiçola".

    Divulgação / TV Globo

    Que, dizem por aí, teria inspirado "Breaking Bad".

    E quando o Beiçola se vestia como a mãe dele?

    globoplay.globo.com

    Isso acontecia algumas vez quando o "Abelardinho" (aliás, o nome dele é Abelardo!) não tomava seus remédios e acabava tendo um surto de dupla personalidade e se vestia e agia como se fosse a sua falecida mãe, a Dona Etelvina.

    Era uma série tão boa, que virou um filme em 2007 que deveria ter representado o Brasil no Oscar.

    Globo Filmes / Via produto.mercadolivre.com.br

    O filme levou quase dois milhões de pessoas aos cinemas daquele ano, de acordo com esse levantamento.

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