Updated on 13 de jul de 2018. Posted on 11 de jul de 2018

    17 estudantes que deveriam ser aprovados por serem espertos demais

    Nem sempre corretos, mas sempre geniais.

    Esses dias ficamos impressionados por esse relato de esperteza estudantil e decidimos perguntar no grupo do site no Facebook quais foram as maiores malandragens no colégio e faculdade que eles já presenciaram.

    Hoje um cara mandou um motoboy do Rappi ir entregar o trabalho dele na faculdade. Aluno é um bicho meio genial. 10/10

    Estas aqui foram algumas das mais curtidas:

    1. Uma carteira muito especial.

    Maroke / Getty Images

    "Uma menina da minha sala fez toda a cola dela na cadeira. Precisamos mudar de sala, pra três andares pra cima. Ela deu 10 reais pro cara mais forte da sala levar a cadeira 3 lances de escadas acima. Fez a prova e passou". - Madyam Morgado Martins

    2. As mais dedicadas da sala.

    Tijana87 / Getty Images

    "Uma vez tínhamos que fazer um brinde em homenagem ao dia do estudante para colocar no mural da escola. Meu grupo ficou encarregado disso, mas todos esqueceram (ou fizeram que esqueceram). Chegando na aula, a gente não teve a coragem de chegar no professor e falar que não tínhamos feito. Então, já que a aula só seria no terceiro horário, tive a brilhante idéia de improvisar uma lembrancinha. Na semana anterior eu tinha aprendido a fazer lápis de origami. Então, fui na secretaria e pedi umas folhas A4. Fiz os origamis, as meninas pintaram com lápis de cor. Por fim, faltava algo. Procurei na agenda algum "dizer" bonito ou poético, esses que sempre vem no pé da página, encontrei, escrevi nuns papeizinhos e colamos nos origamis. Isso tudo em 2 horários. Quando o professor chegou, fomos super elogiadas. E ele ainda soltou um: quem dera todos os alunos fossem dedicados como vocês. Rimos muito. Mal ele sabia dos perrengues". - Haline Freitas

    3. Duas gêmeas demais.

    Ozgurdonmaz / Getty Images

    "Eu estudava em uma escola onde havia duas irm√£s g√™meas ID√äNTICAS e elas sempre andavam iguais. Uma era excelente em Portugu√™s e Literatura e a outra era √≥tima em Matem√°tica, F√≠sica e Qu√≠mica. No final do ano, a que era boa em portugu√™s ficou de recupera√ß√£o em matem√°tica e f√≠sica e a que era boa em matem√°tica e f√≠sica, ficou em literatura. Uma foi fazer a prova pela outra e NENHUM professor percebeu. At√© hoje eu as venero. Isso j√° faz uns 10 anos." - Lorena Ara√ļjo

    4. A prova presencial com consulta online.

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    "Na minha antiga universidade tinha um f√≥rum online onde as pessoas postavam todas as respostas para os exerc√≠cios. Faz√≠amos os exerc√≠cios em casa, tudo certo, mas as provas finais eram presenciais. No dia da prova, os computadores eram monitorados por uma tela e ficava uma pessoa de olho na gente vendo se n√£o abr√≠amos uma tela diferente. Por√©m, no dia da prova, toda vez que algu√©m chamava a pessoa pra tirar d√ļvidas, abr√≠amos a tela desse f√≥rum e copi√°vamos a resposta. O foda era quando acontecia do login n√£o entrar, dele estar fora do ar, etc. Mas tirei cada 10 que s√≥ por Deus!" - Nath√°lia Costa

    5. Quase uma tragédia grega.

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    "Uma vez dividi as equipes pra fazer pain√©is diferentes sobre o tema mitologia grega. S√≥ que ningu√©m fez nada ‚Äď inclusive eu, kkkk. S√≥ levaram umas frutas que eram pro cen√°rio, ent√£o, n√£o tinha quase nada pra apresentar! Cheguei num colega e falei: "Tu diz isso aqui sobre os alimentos" ‚Äď umas coisas que inventei na hora. Ele foi, apresentou direitinho e ainda fomos elogiados! A roupa de Apolo nem completa estava. Eu enrolei os panos brancos da decora√ß√£o no corpo do meu colega e fiz ele ir pra frente da escola com os panos quase soltando!". - Vanessa Lobato

    6. Uma atividade complementar m√°gica!

    Matt Stroshane / Getty Images

    No meio do semestre fui pra Disney e fiz minha visita ao Epcot valer 2h de atividade complementar. Sou da área de comunicação, então como o parque engloba muito a parte das mídias e foi fácil fazer um relatório com links entre as matérias do semestre. Com fotos e um relatório convincente, o professor me deu 2h por um brinquedo de 10 min". - Gabriela Soares Lemos

    7. Meu cachorro comeu a lição - o retorno.

    Peterleabo / Getty Images

    "Meu cachorro (in memorian) quando era filhote comeu um trabalho que eu tinha que apresentar no dia seguinte. Obvio que ningu√©m acreditou nisso e virei piada por um m√™s ‚Äď at√© que ele comeu outro trabalho (que deu tempo de refazer) e eu levei o trabalho comido pra todo mundo ver. √ďbvio que virei piada por mais um m√™s. Mas quem liga! Meu cachorro era maravilhoso, foda-se a escola!" - Gabriela Mar√ßal

    8. Quando o barato sai caro.

    Christopherbernard / Getty Images

    "Uma vez pedi pra um colega digitar um trabalho pra mim e ele me cobraria 2 reais. Ele não só digitou o meu trabalho e me cobrou, como imprimiu várias cópias e vendeu pra sala inteira". - Nayla Andrade

    9. A visita ao laboratório fantasma.

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    "Uma vez o professor de uma disciplina de laborat√≥rio queria que todos os grupos fizessem uma visita t√©cnica. Dois grupos n√£o poderiam fazer a mesma visita. Os grupos eram de no m√°ximo seis pessoas, ent√£o, empresa nenhuma queria deixar a gente fazer a visita. Al√©m disso, ele queria que peg√°ssemos um desenho t√©cnico de uma das pe√ßas que a empresa escolhida produzisse. Chegou o dia de apresentar e ningu√©m tinha ido visitar nada. A√≠ algu√©m do meu grupo teve a brilhante ideia de fazer um trabalho com uma visita que fizemos h√° dois anos atr√°s, sendo que s√≥ duas pessoas do grupo tinham ido. Enquanto o professor fazia a chamada e explicava o laborat√≥rio do dia, fizemos os slides (com fotos do Google) e dividimos as partes. Fomos l√° e apresentamos, sendo que quatro pessoas do grupo n√£o tinham a menor ideia do que estavam falando. O professor achou excelente, disse que dava para perceber que todos n√≥s t√≠nhamos realmente feito a visita e aprendido muito com ela, mas cobrou o desenho que ele tinha pedido. Eu fui e falei: 'Professor, os projetos de uma empresa s√£o sigilosos. Empresa nenhuma vai liberar um desenho desses para alunos da faculdade'. Ele prontamente concordou comigo e tiramos 10. O √ļnico grupo da sala que tinha feito a visita e se esfor√ßado tirou 6". - Ana Carolina Z. Oliveira.

    10. A misteriosa f√°brica de trabalhos.

    Massonstock / Getty Images

    "Trabalho de grupo eu sempre fazia tudo sozinha. Um dia cansei e falei que ia pagar uma menina pra fazer os trabalhos. Resultado: passei a faculdade toda com um alter ego fazendo trabalho pra sala inteira". - Thaís Borges

    11. Beneficiada pela DR alheia.

    Monkeybusinessimages / Getty Images

    "No meu primeiro ano de faculdade eu n√£o manjava muito de APA/ABNT e tal. At√© que precisava entregar um artigo e n√£o fazia a m√≠nima ideia de como arrumar. Fui pedir uma ideia sobre o artigo pro professor, mas ele tava tendo uma DR pelo celular com a namorada. Ent√£o, sentei bem quietinha na escada pr√≥ximo a ele, ele desligou o celular e perguntou porque eu estava matando aula e eu disse que tava corrigindo o artigo. Nisso ele sentou do meu lado, pegou o notebook e formatou e corrigiu o artigo todo, s√≥ com a for√ßa do √≥dio, enquanto me contava toda a treta com a namorada! kkkkkkkkkk Obviamente, fui a √ļnica que tirou nota m√°xima na formata√ß√£o". - Andressa Reolon

    12. O gênio da caixinha da descarga.

    Reprodução / Deca / Via lojasguapore.com.br

    "Quando eu tava no Ensino M√©dio, a segunda prova do bimestre era sempre de m√ļltipla escolha e no mesmo dia pra todas as turmas, sendo limite de duas provas por dia. Al√©m de mesclar as turmas, eles alteravam a ordem das quest√Ķes, mas nunca das respostas. Montamos um esquema de que o g√™nio de cada mat√©ria iria fazer a prova toda e repassar as respostas com 'palavras chave' pra identificar cada pergunta e n√£o ter erro na hora de marcar a alternativa, a√≠ ele deixava sempre dentro da caixinha da descarga de um banheiro v√°rios pap√©is com as respostas. Quem pegava, sempre devolvia ou passava pro coleguinha da mesma sala. Nunca pegaram a gente e a gente sempre acertava uns 80% das provas pra n√£o levantar suspeitas". - Eduarda Carriel

    13. A tosse da alternativa certa.

    Dtiberio / Getty Images

    "Durante a faculdade, as provas ainda eram iguais ou s√≥ alternavam as sequ√™ncias. Dentro do grupo de amigues, ped√≠amos para o professor ler a quest√£o e falar que n√£o tinha entendido. Se a resposta era certa, toss√≠amos para confirmar. Tipo: 'Nossa, essa quest√£o n√ļmero um, voc√™ pode ler de novo professor? Eu n√£o entendi direito a alternativa D'. Se algu√©m tossia depois da pergunta, a resposta estava certa. E assim foram muitas provas em grupo com sucesso. Kkkkk". - Leticia Cruz

    14. O trabalho do ur√Ęnio.

    Reprodução / USP.br / Via edisciplinas.usp.br

    "Tem tamb√©m a do trabalho do ur√Ęnio. Quando eu estava no segundo ano, apresentamos um trabalho sobre metalurgia do ur√Ęnio. Ele ficou razoavelmente bom, considerando a falta de tempo... Conforme os anos passaram, percebemos que esse era um tema muito recorrente em v√°rias outras disciplinas. Ent√£o, sempre tinha "o grupo do ur√Ęnio", que apresentava esse mesmo trabalho toda vez (com algumas modifica√ß√Ķes). Eu devo ter apresentado esse trabalho umas 3 vezes, fora outras pessoas do grupo que usaram o trabalho em outras ocasi√Ķes em que eu n√£o estava. Um dos caras inclusive apresentou esse trabalho na Fran√ßa, quando foi fazer interc√Ęmbio. Se voc√™ jogar "Metalurgia do Ur√Ęnio" no Google, a primeira coisa que aparece √© o nosso trabalho, de tantas vezes que a gente usou! (essa √© vers√£o 3)" - Ana Carolina Z. Oliveira

    15. A fórmula do pipoqueiro.

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    "Na época da escola minha turma fez uma vaquinha e pagamos o moço que vendia pipoca e pamonha na frente da escola para passar as fórmulas de física e química durante as provas. O moço era mto gênio e conseguia encaixar as desgraças das fórmulas entre uma frase e outra. Deu certo, mas na reunião dos pais decidiram cancelar as provas e minha turma foi para uma sala que dava para as quadras da escola. Não resolveu muito porque eu e uma amiga tivemos a brilhante ideia de escrever as fórmulas na parede branca com giz branco, como ficava contra luz dava para ler sem o professor perceber..." - Mariana Alves

    16. O código da Vinci.

    Ozgurdonmaz / Getty Images

    "Na minha sala em prova fechada a gente tinha um código:

    Muito f√°cil: A

    F√°cil: B

    Difícil:C

    Muito difícil: D

    Impossível:E

    Aí no meio da prova alguém falava: nossa, professor, essa questão 4 tá muito fácil, que beleza! (Tava falando pra turma que a reposta era A)

    Ou: creeedo, a questão 9 tá impossível (falando que era E). Se alguém discordava, respondia tipo: para, tá muito fácil (dizendo que era A)

    Genial demais, s√≥ tem que usar com modera√ß√£o pro prof n√£o perceber". - an√īnimo

    17. Atirei o pau no gato ‚Äď a pe√ßa.

    Creatista / Getty Images

    "Aaah, lembrei uma fa√ßanha do Ensino M√©dio, primeiro ano: O ano era 2008, a disciplina era Artes, a escola era p√ļblica e a turma era subestimada. A professora passou um trabalho cujo objetivo era escolher uma m√ļsica que contasse uma hist√≥ria e transform√°-la em um teatro. Meu grupo era o maior - 8 pessoas ao todo - e quer√≠amos fazer Faroeste Caboclo. Obviamente deixamos para a √ļltima hora... e acabamos usando "Atirei o Pau No Gato". Fizemos todo o roteiro nos 15 minutos do recreio, e ficou assim: 1 pessoa cantava, 1 pessoa era o pau, 1 pessoa era o gato, 1 pessoa era o berro (sonoplastia nota mil), 1 pessoa era a dona Chica e tr√™s figurantes carregavam o pau (um rapaz magrinho) em slow motion at√© o alvo - vulgo gato. Resultado: melhor nota, e uma apresenta√ß√£o VIP na sala dos professores". - Aline No√™mia

    Veja também:

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