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10 fatos sobre cerveja que você nem imaginava serem reais

O lúpulo é parente da maconha e cerveja preta pode ajudar no sexo, por exemplo.

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1. O lúpulo, ingrediente essencial da cerveja, é parente da maconha.

Sim, ele é uma canabidácea, mas não dá nenhum barato. A principal tarefa do lúpulo é conferir o amargor característico da cerveja.
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Sim, ele é uma canabidácea, mas não dá nenhum barato. A principal tarefa do lúpulo é conferir o amargor característico da cerveja.

2. O aditivo químico que faz as cervejas comerciais espumarem é o mesmo usado no sabão em pó.

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Durante a produção das cervejas comerciais (Skol, Antarctica, Brahma, Nova Schin, Itaipava etc), um produto químico é adicionado para que a cerveja não espume enquanto fermenta. Isso otimiza o espaço no interior dos tonéis. Depois, antes de ser engarrafada, outro composto é misturado na cervejinha, para que ela volta a espumar no copo, que é o mesmo utilizado no sabão em pó.

3. As geladeiras só existem por causa da cervejinha.

Carl Von Linde, engenheiro alemão, desenvolveu os princípios para a tecnologia moderna de refrigeração. Em outras palavras, ele inventou a geladeira! E ele fez isso em 1894 a pedido da Guinness, que queria fabricar cervejas ao longo de todo o ano, independentemente das condições climáticas.
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Carl Von Linde, engenheiro alemão, desenvolveu os princípios para a tecnologia moderna de refrigeração. Em outras palavras, ele inventou a geladeira! E ele fez isso em 1894 a pedido da Guinness, que queria fabricar cervejas ao longo de todo o ano, independentemente das condições climáticas.

4. A Antarctica, que faz muito sucesso no Rio de Janeiro, foi criada em São Paulo.

A marca foi fundada em 1885 e inicialmente era um abatedouro de suínos, localizado no bairro de Água Branca, na cidade de São Paulo.
Twitter: @instaipanema

A marca foi fundada em 1885 e inicialmente era um abatedouro de suínos, localizado no bairro de Água Branca, na cidade de São Paulo.

5. E a Brahma, que foi criada no Rio, é bem mais popular em SP.

Definitivamente "alguma coisa acontece no meu 💚"... (at @Bar_Brahma in São Paulo, SP) https://t.co/3dXijwM41U

Antes concorrentes, agora as duas são parte da mesma companhia.

6. Cerveja escura pode te ajudar a transar melhor. Sério.

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As cervejas escuras costumam ter bastante ferro e substâncias antioxidantes, o que favorece a circulação. E com o sistema circulatório funcionando bem... Isso mesmo, você tem ereções mais potentes. Um bom fluxo de sangue na vagina também é essencial para que a mulher atinja o orgasmo mais facilmente.

7. Ao comprar cervejas mais baratas, prefira aquelas que estão mais distantes da data de validade.

Este tipo de cerveja industrial sofre muito com o tempo. Então, quanto mais fresca, melhor.
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Este tipo de cerveja industrial sofre muito com o tempo. Então, quanto mais fresca, melhor.

8. Muitas vezes vítima de preconceito, a latinha pode ser melhor do que a garrafa.

A lata protege da luz e tem uma vedação melhor do que a garrafa. Também é muito melhor para transportar e estocar.
travelask.ru

A lata protege da luz e tem uma vedação melhor do que a garrafa. Também é muito melhor para transportar e estocar.

9. A água de uma cidade ou região não influencia a qualidade da cerveja.

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Há alguns séculos isto fazia sentido; as propriedades da água de um determinado local podia influenciar muito a qualidade da cerveja. Mas hoje qualquer fábrica tem a possibilidade de incluir ou tirar qualquer mineral necessário para a produção de uma breja.

10. Jesus teria transformado água em cerveja, e não em vinho.

Para começar, na região em que Jesus viveu se cultivavam grãos, não uvas, e o consumo de cerveja era algo comum por lá, diferente do vinho. Na antiga Palestina, o consumo de cerveja era comum e muito incentivado, já que era uma região com farta produção de cereais e com poucas fontes de água.Alguns historiadores e pesquisadores sustentam a tese de que os romanos, ao se apropriarem da trajetória de Jesus, teriam trocado a provável cerveja (bebida relacionada aos bárbaros) pelo seu habitual vinho na tradução da Bíblia.
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Para começar, na região em que Jesus viveu se cultivavam grãos, não uvas, e o consumo de cerveja era algo comum por lá, diferente do vinho. Na antiga Palestina, o consumo de cerveja era comum e muito incentivado, já que era uma região com farta produção de cereais e com poucas fontes de água.

Alguns historiadores e pesquisadores sustentam a tese de que os romanos, ao se apropriarem da trajetória de Jesus, teriam trocado a provável cerveja (bebida relacionada aos bárbaros) pelo seu habitual vinho na tradução da Bíblia.

Os itens foram elaborados com informações da Sinnatrah, cervejaria-escola que fica em São Paulo.

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