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Caso Feliciano: polícia indiciou jovem por extorsão e por comunicar falso sequestro

Patrícia Lélis disse ter sido sequestrada, mas vídeo mostrou combinação de dinheiro com assessor. Investigação paulista é independente da que apura tentativa de estupro por deputado evangélico.

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O delegado Luis Roberto Hellmeister indiciou nesta quinta-feira a youtuber Patrícia Lelis por extorsão e denunciação caluniosa [por ter comunicado o sequestro que não sofreu], crimes que podem resultar em até oito anos de prisão.

Há duas semanas, ela acusou o chefe de gabinete do deputado Marco Feliciano (PSC-SP), Talma Bauer, de sequestra-la e ameaça-la com uma arma para que gravasse dois vídeos.

Os vídeos desmentiam a acusação feita por Patrícia contra Feliciano. De acordo com ela, o deputado tentou estuprá-la em seu apartamento funcional em junho passado. O deputado nega.

Depoimentos, imagens, gravações em áudio e um vídeo desmentiram a versão do sequestro apresentada por Patrícia à polícia de São Paulo.

No vídeo, ela combina o recebimento de dinheiro para a gravação do vídeo. Em depoimento e entrevista, Bauer disse ter sido extorquido. Ele falou que pagou R$ 20 mil para evitar um escândalo. O dinheiro foi apreendido pela polícia.


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