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17 mulheres incríveis de quem provavelmente você não ouviu falar em 2016

Alerta de mulheres incríveis.

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A garota não identificada participou de um protesto que marcava o aniversário do golpe militar do Chile de 1973.

Segundo o "La Tercera", a foto foi tirada depois que a polícia começou a prender aleatoriamente pessoas de um grupo que marchava pela cidade. O fotógrafo, Carlos Vera Mancilla, disse que a garota “reagiu e ficou diante do policial com um olhar desafiador”.

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Em uma entrevista para o "The Guardian", ela disse que já sobreviveu a um ataque de leões e que uma vez foi perseguida pela selva por uma gangue armada. Ah, e ela também consegue acender uma fogueira com um OB.

As mulheres, que vivem na Cidade do México, decidiram combater o assédio de rua formando um grupo de artes performáticas. Sempre que um homem assobia para uma das participantes em público, o grupo canta seu tema musical, "Sexista Punk", e atira confetes no responsável pelo assédio com uma arma de brinquedo.

Chaibou está atualmente estudando medicina.

"Quando era pequena, sonhava em ser médica. Cuidar das pessoas, vestir um jaleco branco. Ajudar as pessoas", disse para a BBC. "O conselho que tenho para vocês é: lutem – estudem com todas as suas forças. Sei que estudar não é fácil, mas é necessário, porque os estudos são sua única esperança."

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Suleiman está ajudando outras mulheres a desafiar normas culturais, encorajando-as e as liderando a andar de bicicleta em público, algo que é visto como uma violação da "decência e tradição social".

"Andar de bicicleta faz você se sentir como se estivesse voando", disse Suleiman ao "The New York Times". "Me sinto livre."

6. Marley Dias, a garota de 11 anos que está juntando milhares de livros sobre garotas negras e fazendo campanhas visando promover a diversidade na literatura infantil.

Dias já juntou mais de 7.000 livros sobre garotas negras e está pedindo mais diversidade nos livros infantis em sua campanha #1000BlackGirlBooks.

"Quando estava na quinta série, vi que os livros não mostravam garotas negras, e aquele eram os livros que tínhamos que ler. Então eu disse isso para a minha mãe, e ela falou: 'Bem, o que você vai fazer sobre isso?' E foi assim que a campanha realmente começou", contou ao "American Libraries". "Sou realmente apaixonada por isso."

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As três juízas, Joyce Aluoch (à esquerda), Sylvia Steiner (meio) e Kuniko Ozaki (à direita) atuaram na primeira condenação por estupro no Tribunal Penal Internacional, considerando o ex-vice-presidente congolês Jean-Pierre Bemba culpado por assassinato e estupro durante o conflito de 2002-2003 na República Centro-Africana.

"Não se pode deixar de pensar se um grupo de três homens teria chegado à mesma conclusão", refletiu o "UN Dispatch".

A orquestra, batizada de Zohra, diz que quer transformar a percepção internacional do seu país e aumentar a consciência das questões de direitos das mulheres.

Khpalwak, que foi rejeitada por sua família e recebeu ameaças de morte, disse à Reuters: "Nunca vou aceitar a derrota. Continuarei tocando. Não me sinto segura, mas quando as pessoas olham para mim e me dizem: ‘Essa é Negin Khpalwak’, isso me dá energia.”

Esta jovem de 19 anos é a primeira modelo indígena a representar o Território do Norte na competição Miss Mundo Austrália.

"Maymuru está acabando com as noções estereotipadas de beleza representada por loiras com olhos azuis", disse um especialista ao The Conversation.

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10. Ibtihaj Muhammad, a esgrimista que se tornou a primeira atleta dos EUA a competir nos Jogos Olímpicos vestindo um “hijab”.

U.S. Olympic fencer Ibtihaj Muhammad: 'I'm just your basic Hijabi Zorro' https://t.co/UhU7ZtfNxF

Muhammad – que diz ter sido discriminada por sua cor e sua religião – disse à ESPN: "Não ia permitir que os preconceitos de outras pessoas mudassem minha jornada."

Ela acrescentou: "Sou apenas uma versão básica do Zorro com "hijab."

11. Yusra Mardini, a refugiada síria que arrasou na Olimpíada do Rio.

Syrian refugee Yusra Mardini clocks 1:09.21 to win her 100 butterfly heat #Rio2016

Mardini arriscou sua vida nadando por três horas para salvar 20 refugiados que tentavam atravessar o Mar Mediterrâneo para chegar à Europa.

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Whitson, que já havia viajado duas vezes ao Espaço, chegou à Estação Espacial Internacional em novembro.

"Faça seu melhor, seja otimista, tenha GRANDES sonhos", disse no Twitter, onde compartilha suas aventuras com seus seguidores.

“Por que não aproveitar nossas vidas? O que nos aconteceu não é culpa nossa e não fizemos nada de errado, por isso devemos seguir em frente”, disse antes de aparecer na passarela.

Ela acrescentou: “Quero dizer algo ao mundo: não nos olhe superficialmente, podemos sair e fazer coisas."

Shaima al-Kaabi, Basima al-Kaabi, Hannan al-Hatawi, Nisreen al-Hamawi e Salama al-Remeithi formaram a incrível equipe escolhida para proteger a duquesa.

No início deste ano, Shaima, Nisreen e Hannan também escalaram o Monte Everest.

“Para mim, isso tem realmente a ver com a conexão fundamental entre nós, como povos nativos, e nossas pátrias", disse Adrienne Keene, professor que tem trabalhado para aumentar a conscientização sobre o que está acontecendo no local de protesto de Standing Rock (EUA), ao BuzzFeed.

Especialistas dizem que há uma diferença de salário estimada de 14-18% entre mulheres e homens na Islândia, o que significa que, em um dia de trabalho de oito horas, as mulheres basicamente não recebem remuneração a partir de 14:38h.

“Foi um impulso. Estava tão brava, simplesmente fui para a rua”, contou Asplund ao "The Guardian". “Eu pensei: que inferno, eles não podem marchar aqui! Senti essa adrenalina. Nenhum nazista vai marchar aqui, não é certo."

Este post foi traduzido do inglês.

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