back to top

13 momentos cruciais que meninas lésbicas viveram antes de sair do armário

Tudo lindamente ilustrado pela série “Everything Sucks!”, que promoveu uma verdadeira viagem ao nosso próprio passado. CONTÉM SPOILERS.

publicado

1. Quem nunca sentiu aquela pressão para gostar de meninos?

Reprodução

Afinal, você só tinha ouvido falar em relacionamentos heterossexuais desde o berço e suas amigas da escola adoravam falar sobre as maravilhas do sexo oposto. ATÁ.

2. E até acabou saindo com alguns deles.

As probabilidades de que eles tivessem traços ou trejeitos ditos mais femininos eram altas, mas as de realmente se envolver emocionalmente eram quase inexistentes.
Netflix

As probabilidades de que eles tivessem traços ou trejeitos ditos mais femininos eram altas, mas as de realmente se envolver emocionalmente eram quase inexistentes.

3. Também havia aquela estranha dificuldade para performar a feminilidade.

Você foi uma criança tomboy que não aprovava quando a mãe inventava de te vestir com vestidos ou uma adolescente que preferia sair com aquele moletom largo a usar qualquer peça que pudesse cair bem com um salto alto. Alerta Camisa Xadrez o/
Netflix

Você foi uma criança tomboy que não aprovava quando a mãe inventava de te vestir com vestidos ou uma adolescente que preferia sair com aquele moletom largo a usar qualquer peça que pudesse cair bem com um salto alto. Alerta Camisa Xadrez o/

4. E aquele sentimento onipresente de que você era bem diferente das outras meninas da sua idade.

Vamos lembrar apenas que você não se sentia exatamente confortável nos vestiários da vida.
Netflix

Vamos lembrar apenas que você não se sentia exatamente confortável nos vestiários da vida.

Publicidade

5. Teve também aquela época em que você acabou ficando obcecada por alguma(s) dessa(s) garota(s).

A melhor amiga que te emprestava o moletom e você nunca queria devolver, a garota mais velha da escola que você ficava esperando passar pra dar “oi”, até mesmo a professora que ministrava aquele reforço escolar que você não conseguia passar uma semana sem.
Netflix

A melhor amiga que te emprestava o moletom e você nunca queria devolver, a garota mais velha da escola que você ficava esperando passar pra dar “oi”, até mesmo a professora que ministrava aquele reforço escolar que você não conseguia passar uma semana sem.

6. E a dificuldade em entender claramente o porquê de tudo aquilo.

Era uma admiração que se misturava com identificação que se misturava com atração que se misturava... Era realmente muito difícil dar nome a algo que nunca ninguém tinha te contado que poderia ser.
Netflix

Era uma admiração que se misturava com identificação que se misturava com atração que se misturava... Era realmente muito difícil dar nome a algo que nunca ninguém tinha te contado que poderia ser.

7. Por outro lado, sentir-se atraída por homens era algo realmente bem raro...

É provável que você nunca tenha olhado com AQUELE AMOR para os pôsteres dos colírios da Capricho.
Netflix

É provável que você nunca tenha olhado com AQUELE AMOR para os pôsteres dos colírios da Capricho.

8. Você até chegou a receber alguns “convites” para sair do armário.

Netflix

Fosse pelo bullying, fosse pelo preconceito, fosse por ambos, algumas meninas descobriram o que era o termo “sapatão” depois de terem sido pejorativamente acusadas por meio dele. Antes de se assumir e antes mesmo de pensar que talvez você precise se assumir, essas agressões verbais podem ter tornado a saída do armário um processo mais lento e mais difícil do que poderia ter sido. Mas mesmo assim você teve coragem – e a gente te admira muito por isso <3

Publicidade

9. E alguns ícones da música cumpriram com o papel de te dar conforto por um tempo.

Tori Amos, Fiona Apple, Alanis Morissette, P!nk e até Avril Lavigne e Gwen Stefani foram algumas das cantoras com quem muitas lésbicas tiveram afinidade em algum momento da adolescência: bastava fugir um pouco dos padrões da feminilidade, quebrar um pouco as regras sobre o que dizem que você deve ser e se mostrar bem-resolvida consigo mesma para toda pequena sapatão desajustada ficar encantada. Quando descobrimos quem era a Cássia Eller, então... Não é que existia vida fora das normas?!
Netflix

Tori Amos, Fiona Apple, Alanis Morissette, P!nk e até Avril Lavigne e Gwen Stefani foram algumas das cantoras com quem muitas lésbicas tiveram afinidade em algum momento da adolescência: bastava fugir um pouco dos padrões da feminilidade, quebrar um pouco as regras sobre o que dizem que você deve ser e se mostrar bem-resolvida consigo mesma para toda pequena sapatão desajustada ficar encantada. Quando descobrimos quem era a Cássia Eller, então... Não é que existia vida fora das normas?!

10. Até que chegou o dia em que você teve aquela epifania em forma de representatividade lésbica.

Netflix

Através de séries norte-americanas como “Once and Again”, “Buffy” e “The L Word”, ou com a chegada triunfal de lésbicas assumidas no roteiro da sua vida, você pôde começar a sentir o gostinho da liberdade quando viu que o armário começava a abrir uma fresta para esse novo e maravilhoso mundo sapatão. Clara e Rafaela de “Mulheres Apaixonadas”, vocês também fizeram parte desse time.

11. A partir disso, pode ser que você tenha vivido uma vida dupla por um tempo...

Netflix

Talvez você tenha tentado encontrar alguém como você no famigerado Bate-Papo do UOL de madrugada e até chegou a apresentar a primeira namorada como amiga para seus pais ou para as pessoas do seu círculo de amizade.

12. Até que não teve mais jeito.

Você deu o seu primeiro beijo numa menina e o mundo todo fez sentido. Olhando para trás, não é que os indícios estavam bem diante do seu nariz?!
Netflix

Você deu o seu primeiro beijo numa menina e o mundo todo fez sentido. Olhando para trás, não é que os indícios estavam bem diante do seu nariz?!

13. E você descobriu que representatividade importa sim – e muito.

Obrigada, Kate, pela representatividade alcançada.
Netflix

Obrigada, Kate, pela representatividade alcançada.

Com a colaboração de Alessa Camarinha, Camila Berka, Flávia Marques, Gabriela Moitinho, Jacqueline Pruschinski, Maria Eugênia Ferreira, Marília Giraudon, Marina Bruno, Paula Rovai, Pétala Lopes, Roberta Salles e Sofia Franco – todas lésbicas assumidas.