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9 Pais e Filhos que fizeram história no Futebol brasileiro

Conheça histórias de pais e filhos que tiveram suas carreiras no futebol em épocas diferentes.

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1. Lela e Rycharlyson/Alecsandro

blogdomion.com.br

Lela foi ponta direita que fez muitos gols pelo Coritiba na década de 1980, participando inclusive da campanha do título de 1985 do Coxa. Era conhecido por "Mentira" por ter as pernas curtas. Até hoje é considerado um dos maiores craques do time paranaense.

Seus filhos Rycharlyson e Alecsandro ficaram muito conhecidos no cenário nacional em suas carreiras. Rycharlyson fez parte do time do São Paulo que foi tricampeão brasileiro em 2005, 2006 e 2007 como volante e Alecsandro teve passagem por muitos times, como o Flamengo, Vasco, Atlético-MG e Internacional.

Atualmente, Lela é treinador de times de divisões inferiores, enquanto seus filhos seguem jogando na primeira divisão nacional. Alecsandro pelo Palmeiras e Rycharlyson pela Chapecoense.

2. Mazinho, Thiago Alcântara e Rafael Alcântara

msalx.veja.abril.com.br

Mazinho é um dos nomes de destaque da seleção tetracampeã do mundo em 1994.

Surgiu para o futebol no Vasco de 1989, que revelou nomes como um certo Romário para o Mundo. Seu maior destaque foi no Palmeiras entre 1992 e 1994, quando era um dos cérebros do time bicampeão paulista e bicampeão brasileiro. Outro ponto alto de sua carreira foi nas passagens que teve em clubes da Espanha, sempre com muito sucesso. Era conhecido por ser um atleta versátil e atuante em várias posições.

Foi um dos responsáveis pelo lançamento de seus filhos nas categorias de base do Barcelona, Thiago e Rafael. Apontados hoje como duas grandes jóias pro futuro do futebol mundial.

Mas se você acha que eles podem ajudar nossa seleção a sair do atual momento, engana-se. Thiago optou pela cidadania espanhola e já defendeu o país, inclusive na última Copa. Hoje é atleta do Bayern de Munique, sendo um dos queridinhos do badalado treinador Pep Guardiola que o levou do Barça para a Alemanha.

Enquanto seu irmão Rafael, segue na catalunha defendendo a equipe grená.

3. Wladmir e Gabriel

Reprodução

Em toda matéria jornalística que envolva o dia dos pais no futebol, certamente terá essa dupla por terem uma história conhecida como veremos adiante.

Wladmir é o jogador que mais vestiu a camisa do Corinthians na história. Atuou no time do Parque São Jorge por 806 jogos, entre 1972 e 1985, conquistando 4 vezes o Campeonato Paulista, incluindo o lendário título de 1977, que quebrou o jejum de 23 anos sem títulos do Timão. Chegou também a defender a Seleção Brasileira em pelo menos sete oportunidades e era um dos líderes da "Democracia Corinthiana" na década de 1980 ao lado de Casagrande e Sócrates.

A curiosidade que transforma pai e filho em figuras conhecidas é por Gabriel, filho de um dos nomes mais importantes da história Corinthiana ter começado a carreira em um tradicional rival: o São Paulo.

Gabriel ficou por cinco anos no tricolor paulista e depois teve passagens pelos outros dois tricolores famosos: o Grêmio e o Fluminense. No Flu, chegou até a final da Libertadores em 2008.

Hoje, Gabriel atua no emergente futebol Americano (não aquele do Superbowl, mas o "nosso futebol" em terras americanas.) pela equipe do Fort Lauderdale Strikes, que é presidido por ninguém menos que Ronaldo. Enquanto seu pai, Wladmir cuida da carreira do filho como empresário.

4. Paulo Victor e Vidotti

Reprodução

Diferente dos demais citados até agora, Vidotti (o pai) teve uma carreira menos vitoriosa e de destaque em comparação aos demais pais, mas nem por isso não merece uma menção positiva.

Vidotti teve sua carreira futebolística entre 1980 e 1998 e passou principalmente por diversos clubes do interior de São Paulo. Teve também passagem pelo Corinthians, estando em campo na vitória por 10 a 1 contra o Tiradentes do Piauí (até hoje a maior goleada da história da competição) e pelo Comercial do Mato Grosso do Sul, onde conquistou o título de maior expressão em sua carreira: o campeonato estadual de 1985 (sendo o artilheiro da equipe nesta campanha, com 12 gols).

Já o filho, foi na contramão e diferente do pai que era centroavante trombador, se tornou goleiro e defende um dos maiores clubes do país, o Flamengo.

Paulo Victor chegou no Flamengo em 2004 e há pouco tempo e após muitos anos de espera tem agarrado a chance de ser o titular absoluto no gol da equipe Rubro Negra e xodó da torcida que carinhosamente o chama de "Neuer da Gávea".

No elenco, fez parte do grupo campeão brasileiro em 2009, da Copa do Brasil de 2013 e quatro vezes campeão estadual. É conhecido por ser exímio pegador de pênaltis.

5. Bebeto e Mattheus

tumblr.com

Pai e filho entraram para a história antes mesmo do garoto nascer.

Em 1994, Bebeto eternizou a comemoração pelo nascimento do filho em um gesto até hoje muito lembrado, em comemoração de um dos gols na campanha rumo ao tetra, "embalou" o filho em companhia de Mazinho e Romário. Como todo bom brasileiro que viveu a Copa dos Estados Unidos, todo mundo se lembra do Bebeto e sua importância para a época. Os mais antigos ainda se lembram de sua carreira nos anos 80 e 90 pelo Vitória, Vasco e Flamengo. Uma das curiosidades sobre a Copa de 1994 é que Bebeto seria o próximo jogador a bater o pênalti caso Baggio não tivesse errado e dado o Tetra para nós.

Foi campeão brasileiro pelo Flamengo em 1983 e pelo Vasco em 1989, além de ter ampla carreia na Espanha, em especial, pelo Deportivo La Coruña.

Já o filho, começou a carreira recentemente atuando no Flamengo, mas atualmente está emprestado no Estoril, de Portugal. O garoto fez testes para entrar na base do Mengão sem que soubessem que era filho do craque da seleção, para que não recebesse privilégios. Tem sido considerado um meia habilidoso e com um futuro brilhante pela frente. Vamos aguardar.

6. Djalma Dias e Djalminha

msalx.placar.abril.com.br

Considerado um dos maiores zagueiros da história do país, Djalma Dias foi destaque da seleção brasileira nas eliminatórias da Copa de 1970 e portanto, peça fundamental para o tricampeonato mundial.

Para muitos, a melhor fase do jogador foi no Palmeiras na década de 1960, jogando ao lado da equipe que daria origem a chamada "Academia de futebol", pela grande quantidade de craques e troféus levantados pelo Verdão na época. Saiu brigado do clube e foi defender Atlético Mineiro, Botafogo e Santos posteriormente.

Além da vitoriosa carreira, Djalma Dias e pai de um outro craque: Djalminha.

Dono de uma rara habilidade e temperamento explosivo, Djalminha iniciou a carreira no Flamengo, sendo Campeão Brasileiro em 1992 e chamou atenção no Guarani, além do grande sucesso no Palmeiras em 1996. Logo embarcou para a Espanha onde ficou grande parte de sua carreira, que conta com passagens pela seleção, embora ficasse marcado por não ter participado de nenhuma Copa.

Para muitos é considerado injustiçado e por outros merecido, diante das inúmeras confusões disciplinares que teve na história (incluindo o caso que agrediu um treinador seu na Espanha). Em campo era genial.

Djalma pai faleceu em 1990 e o filho é comentarista de futebol na TV

7. Domingos da Guia e Ademir da Guia

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E por falar em gênios e Academia do Palmeiras, não podemos deixar de fora da lista Domingos e Ademir.

Apontado por alguns como maior zagueiro da história do Brasil, Domingos fez carreira entre a década de 1930 e 1950 atuando por Bangu, Vasco, Flamengo e Corinthians no Brasil e no exterior, vestindo a camisa do Boca Juniors da Argentina e Nacional do Uruguai. Pela seleção participou apenas da Copa de 1938.

Os historiadores do futebol dizem que na época, Domingos era dono de uma habilidade fora do comum, especialmente para um zagueiro e de uma elegância incomparável em campo.

Elegância que foi a marca de seu filho, Ademir. Maior ídolo da história do Palmeiras, segundo muitos um verdadeiro gênio. Com um estilo de jogo totalmente diferente do que conhecemos hoje, cadenciado, bem armado e cerebral. No Verdão levou 5 campeonatos brasileiros entre 1967 e 1972.

Para muitos, a maior injustiça da carreira de Ademir, foi a falta de oportunidades na seleção, já que tinha como rival de posição apenas um certo Pelé.

8. Pelé e Edinho

msalx.placar.abril.com.br

O título deste item poderia ser outro. Poderíamos falar em Dondinho, Pelé e Edinho.

Pelé foi um ser tão especial, que até mesmo num levantamento de pais e filhos do futebol, ele é o único que pode entrar na lista como pai e como filho.

Segundo ele mesmo, seu maior ídolo da juventude era o pai, Dondinho. Em algumas entrevistas, o rei chegou a falar que seu pai era muito mais jogador do que ele, um causo muito famoso é sobre uma oportunidade que Dondinho fizera cinco gols de cabeça em uma única partida. Feito que Pelé nunca atingiu.

Sobre Pelé, dispensa apresentações, não é?

Passemos para o filho, Edinho. Que teve curta carreira como GOLEIRO (mais uma dessas ironias da vida.) estando no elenco vice-campeão brasileiro de 1995, do Santos Futebol Clube. Passou também por Ponte Preta e Portuguesa Santista. Teve sérios problemas com a polícia após o final da carreira e ainda hoje anda às voltas com a justiça.

Recentemente trabalhou como técnico do Mogi Mirim, mas foi dispensado pelo então presidente do clube, Rivaldo.

9. Rivaldo e Rivaldinho

Via lancenet.com.br

Rivaldo é um dos craques que mereciam maior atenção e respeito por parte da torcida brasileira. Dentro de campo fez jogos e temporadas memoráveis e é um dos responsáveis pela brilhante campanha do penta em 2002, mas fora dele, é um sujeito tímido e calado, que contribui para sua falta de fama e prestígio com o público em geral.

Até semanas atrás, além de (ainda) jogar futebol profissionalmente aos 43 anos de idade, era presidente do Mogi Mirim, time que o revelou e que comprou há alguns anos atrás para salvar de problemas de gestão. Enquanto presidente, Rivaldo mudou o nome do clube para homenagear o pai, Romildo Vitor Gomes Ferreira.

Rivaldo e seu filho protagonizaram em 2015, um dos momentos históricos do nosso futebol, ao ser pela primeira vez que pai e filho marcam gols no mesmo jogo. O feito aconteceu na vitória do Mogi diante do Macaé, por 3 a 1.

O atacante pentacampeão realizou o sonho de jogar ao lado de Rivaldinho, que costumava a frequentar os treinamentos do Barcelona ainda criança, enquanto seu pai brilhava e era o melhor jogador do mundo. Anos depois, ambos vestem a mesma camisa e mais uma vez, Rivaldo entra para a história.

Após o feito, Rivaldo decidiu que a gestão de futebol não é com ele e abriu mão de ser o presidente e deve também pendurar as chuteiras em breve.

Feliz Dia dos Pais!

E agradecimentos ao viciante "Quem Fim Levou?" do Milton Neves, pela ajuda na pesquisa para este post.

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