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10 vezes em que a imprensa errou tão feio que ficou bonito

"Diferentemente do que foi publicado na seção de necrologia, não houve missa de Ricardo Bacanhim. Ele está vivo."

publicado

1. Recado que ninguém viu.

2. Um vivo muito louco.

3. Uma viva mais viva ainda.

4. Testemunha da própria morte.

6. Em 11 de março de 1996:

Em 12 de março de 1996:

Em 13 de março de 1996:

7. Reuniãozinha.

9. Cadê a Camila?

10. "O nome do maestro Eleazar de Carvalho saiu grafado errado na edição de ontem à pág. 1-9 do caderno Brasil."(5.jul.94)

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