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11 motivos para você e o Reinaldo Azevedo deixarem as diferenças de lado e virarem bons amigos

Vocês têm muito mais a ver do que imaginam.

publicado

Nesta segunda-feira (28), o Reinaldo Azevedo publicou um texto e uma foto em apoio à campanha #somostodosmacacos.

Via veja.abril.com.br

A mobilização nasceu depois de Daniel Alves, jogador do Barcelona e da seleção brasileira, comer uma banana jogada no campo por um torcedor do Villarreal.

Nesse caso, o bom humor e a altivez são muito mais eficientes. Enquanto esse tipo de comportamento gerar reações histéricas, mais os cretinos se sentirão estimulados. Entro na campanha de Neymar. Também sou macaco.

Será que você não tem muito mais a ver com o Reinaldo Azevedo do que imagina? Veja só:

Note-se: crianças abandonadas, no Brasil, são um verdadeiro flagelo social. Os orfanatos estão cheios. Parece que as famílias tradicionais não têm acorrido em seu socorro em número suficiente. Não posso crer que seja um ato de amor impedir que dois homens ou duas mulheres — dotados das devidas condições psicológicas, morais e financeiras — as adotem. Nesse caso, essa é minha escolha moral. E não me parece generoso, ademais, que uma pessoa impedida de escolher a sua sexualidade também seja impedida de ser feliz ao lado de quem ama.
Boa parte dos que me criticaram, alguns com impressionante violência, pergunta: "Oh, mas que conservador é você? Defende o fim do celibato sacerdotal; agora, a adoção de crianças por gays. Isso é incoerente." Pois é! Sou um indivíduo, não uma gaveta de badulaques do conservadorismo.
"E se Lula ligasse?" A hipótese é ridícula, mas é claro que falaria com ele. E atenção: não tentaria dar pitaco no seu governo, não. Não tentaria mudar as suas escolhas, não. Não ficaria fazendo críticas pontuais a isso ou àquilo, não. Perguntaria sobre a sua saúde, se Dona Marisa vai bem, comentaria sobre o Corínthians. Se fosse para ele me dar uma entrevista, bem, aí, sim, o papo seria outro.
Pô, pessoal, eu sei que o jogo de ontem contra o São Paulo foi apenas o primeiro. Mas corintiano é assim mesmo: uma agonia de cada vez. E convenham: fui bem discreto. Huuummm… Os vizinhos talvez não endossassem essa minha afirmação. É, estou meio rouco. Rouco por ti, Corinthians!

4. Ele foi o convidado de um Bate-papo UOL em 1998, quando trabalhava na revista Bravo!.

Via tc.batepapo.uol.com.br

(19:12:01) Carlos : Quando custa para fazer a assinatura?????
(19:12:07) Reinaldo Azevedo : Para assinar BRAVO!, basta ligar 0800 14 80 90. Existe o endereço de BRAVO! na net, www.revbravo.com.br

Chico é um bom letrista, às vezes excelente. Especialmente ou apenas quando trata da questão amorosa. Tem uma cultura literária superior à da maioria dos artistas da chamada MPB, com a provável exceção de Caetano Veloso, este também dado a arranques filosóficos. (...) Mas é uma besta política.
E eu gosto de várias músicas suas, não é de hoje. Há reinterpretações que fez, como a de "Fera Ferida", de Roberto Carlos (outra besta política), que são magistrais. Só não se deve levar a sério o que ele pensa como ser político.
O leitor Luiz Carlos, que, a exemplo deste escriba, acha Paula Toller a melhor — melhoríssima, se me permitem o neologismo — cantora do Brasil, enviou-me o vídeo acima, em que ela canta a musica de Assis Valente.
Um momento lindo nos aguarda: o petralhismo filtrado pela ópera (e bunda) seca de Gerald Thomas. Seca, mas molhada pelo capilé oficial.
Conversamos madrugada adentro, divergimos sobre poucas coisas, concordamos sobre TANTAS outras! Fiz um amigo. Espero que ele também.
Muito modestamente, considero que a decisão da Uniban de revogar a expulsão de Geisy Arruda é uma conquista deste blog. Se vocês refizerem o percurso, aqui começou a justa, correta e decente corrente da indignação, que acabou mobilizando o país — independentemente até dos posicionamentos ideológicos deste ou daquele. E os princípios e as premissas que orientaram o meu posicionamento — o que alguns poucos não entenderam até agora — são a inviolabilidade do corpo e o triunfo da lei.
Se a ideia de comer peixe cru com nabo ralado não excita a sua inteligência, meu amigo, é inútil esperar que seja o paladar a fazê-lo.
E, ah…, o melhor de tudo: ninguém ainda tocou o Bolero, de Ravel, uma música que desperta em mim os instintos mais primitivos — assim como o "Zé" em Roberto Jefferson.
Quando compramos o bicho, daquelas aquáticas (dá um trabalho do cão!!!), há uns quatro anos, minhas filhas curtiam uma jovem roqueira com esse nome. Hoje, parece que ela caiu em desgraça, sei lá… Consta que Avril, a tarataruga, tem pela frente mais uns 60 e tantos anos. Será ela testemunha do apocalipse?

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