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15 histórias de bichinhos de estimação que são tão engraçados quanto o seu

O animal é tão bacana.

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Qual foi a coisa mais engraçada que o seu bichinho de estimação já fez? Fizemos essa pergunta aos nossos leitores no Facebook e reunimos aqui as melhores histórias.

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O terror do parque, por Karen Simoni

"Uma vez no parque lá perto de casa, minha cachorra roubou um picolé da mão de uma criança e saiu correndo. A criança começou a berrar e a mãe saiu procurando quem era o dono do cachorro.

Mais à frente tinha um casal fazendo um piquenique romântico. Minha cachorra invadiu, pisoteou a bela toalha xadrez estendida no chão, enfiou o focinho na sacola e roubou alguns pães.

A menina começou a gritar: 'TIRA ESSE CACHORRO DAQUI!' E o namorado, em desespero: 'Mas e se ele me morder?'

Eu saí andando, fingi que o cachorro não era meu."

Churrasco na praia, por Juliana Leite

"Eu estava passeando com meu cachorro na praia. Ele era grande, pois era metade rottweiler.

De repente ele vem correndo na minha direção com um pedaço enorme de carne na boca, com espeto e tudo. Os olhinhos dele brilhavam de alegria.

A turma do churrasco vinha seguindo atrás cuidadosamente. Eles só queriam o espeto de volta. Devolvi o espeto, mas a carne ficou com o cachorro.

Foi sem dúvida o dia mais feliz do meu cachorro."

A personificação do demônio, por Jady Ongílio

"Meu cachorro se chama Aquilis (bonito e com pernas longas e finas, quase um cavalo). Ele é vira-lata e a personificação do demônio. Sério. Ele é terrível.

Certo dia, Aquilis escapou de casa e começou a correr atrás dos fiéis que acabavam de sair de um culto. Passavam outras pessoas na rua, mas ele só corria atrás de quem tivesse de saia longa e terno. Batiam na cabeça dele com a Bíblia e gritavam 'SAIA, ARQUIMEDES! SAIA, ARQUIMEDES!'

Desde então ele é conhecido como 'Arquimedes, o devorador de crentes'.

P.S.: Uma semana depois, ele escapou de novo e comeu um pino de cocaína que achou num terreno baldio. Achamos que ele ia morrer, mas só ficou loucão."

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Cachorra vascaína, por Samara Coutinho

"Sempre deixamos uma rede na varanda à noite. Um dia, pela manhã, vi a minha cachorra Ayla deitada lá. Desde então, sempre que alguém se aproxima da rede ela corre e deita pra mostrar que é dela.

Um dia, meu namorado teve a brilhante ideia de mostrar quem é que manda: ele deitou na rede e por lá ficou. Então a Ayla viu e entrou. Foi lambida pra cá, latido, patada na cara... Resultado: nunca mais ele deitou na varanda. 😂

Detalhe: a rede é do Vasco! Já compramos cama, outra rede, colchão.... Tudo! E ela só quer a rede do Vasco. Sem contar o dia em que ela apareceu enrolada na camisa do Vasco do meu irmão. Ela é vascaína, com certeza!"

Tudo normal, por Júlia Derroide

"Estava em casa, tudo normal, quando dei falta da minha cachorra. Ela ainda era filhote, bem pequenininha.

Procurei por horas e horas na rua, em casa, chorando, todo mundo me ajudou a procurar. Quando chegou a noite, já não tinha mais o que fazer e chegou a hora de dormir.

Quando abri a porta do guarda-roupa ela estava lá dentro toda coberta pelo meu edredom, dormindo o dia todo."

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Imortal, por Milena Gonçalves Zambotti

"A Meg, vira-lata da minha mãe, tomou uma cartela inteira de remédio para tiróide! Levamos-na à emergência, e ninguém acreditava na alegria dela correndo e brincando... E não aconteceu nada!

Outra vez, ela comeu uma caixa de bombons Especialidades da Nestlé e teve o trabalho de abrir um por um sem repetir os sabores."

Muito fogo no rabo, por Paula Elias

"Zeca era um fox paulistinha com muito fogo no rabo que não entendia que só pode cruzar com quem deixa. Trepava na perna das vistas, em outros cachorros, familiares, enfim.

Toda vez que tentávamos começar o processo de castração dele, Zeca aparecia com alguma doença que atrasava o processo. Alergia, pata inchada, tosse, febre, diarreia. Parecia que ele sentia que ia perder as bolinhas e pegava qualquer coisa de propósito.

Neste ano não teve choro nem vela. Zeca fez todos os exames, faltava só o de urina. A veterinária disse para mim: tenta coletar você mesma para não ter que colocar cateter.

Na primeira tentativa — ainda dentro da clínica — tudo que consegui foi que ele fizesse xixi na minha mão. Então a veterinária me sugeriu que eu passeasse com ele e coletasse quando ele fosse se aliviar em um poste, e me deu um par de luvas de látex pra que o acidente não se repetisse.

Saí andando pela avenida Rebouças, usando luvas de látex, levando meu cachorro, segurando um copinho e segurando minhas calças que estavam caindo. Toda vez que eu me aproximava do Zeca ele ficava tímido e parava de fazer xixi. Depois de muitas tentativas e muitos olhares tortos dos outros pedestres e dos motoristas, consegui.

No dia seguinte, Zeca foi castrado.

P.S.: Nas três visitas ao veterinário durante o processo de castração ele fez cocô na recepção. Cão vingativo."

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Viciado em pão, por Jean Chiarantin

"Quando eu era bem novo, 10 ou 11 anos, tinha um cachorro que era viciado em pão.

Teve um dia em que deixamos o portão aberto e ele correu para fora. Saí igual um doido procurando-o pelo quarteirão todo e não achei, até que desisti e sentei no portão, chorando por achar que ele tinha ido embora.

Eis que, uns minutos depois, uma senhora vira a esquina com uma sacola de pão, olhando para trás como se algo estivesse seguindo-a. Logo em seguida, vi meu cachorro correndo atrás tentando pegar a sacola de pão da mulher.

Ela, com toda a bondade de uma senhora sendo seguida por um basset devorador de pães, entrou na minha casa com a sacola de pão para atrair meu cachorro de volta para nosso quintal."

Animais perigosíssimos, Natália Branco

"Meu cachorro é um pastor suíço enorme e bota medo em todo mundo. O nome dele é Aslam.

Um dia, decidimos dar lar para uns 15 filhotinhos vira-latas e eles ficaram nos fundos da casa. Meu cachorro não ia para os fundos de jeito nenhum.

Decidi arrastá-lo pela coleira na garagem até os filhotes. Quando chegamos perto, um dos filhotinhos se aproximou, o Aslam deitou no chão e começou a tremer.

Sim, ele tem pavor de filhotinhos."

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Na moita, por Luíza Maria

"Uma vez levamos Peter para correr na Lagoa. Ele se empolgou e pulou em direção a uma moita. Até aí normal, porque ele sempre faz isso, sai correndo e pula entre as plantas.

Só que o que não imaginávamos é que havia um rapaz dentro da moita, fazendo suas necessidades. Ele se assustou com o cachorro e saiu com as calças na mão, tentando se vestir!"

Independente, por Susan Boller

"Tenho um cachorro chamado Brutus. Certa vez eu tinha uma reunião bem cedo e, antes, quis deixá-lo no banho.

Quando cheguei ao pet shop, ainda não estava aberto. Para não me atrasar, deixei-o na garagem do trabalho e fui para a reunião.

Cerca de 30 minutos depois, me ligaram do pet shop perguntando se era para dar banho nele, pois tinha aparecido lá sozinho. Super independente..."

Cinco xixis, por Veronica Moreno

"Minha cachorrinha Tequila tem dois anos. Antes de completar um ano, quando via alguém e a pessoa a cumprimentava, ela fazia xixi.

Fui levá-la para tomar vacina e ela ainda estava no meu colo. Um total de cinco pessoas falaram com ela: cinco xixis em mim.

Sorte que o vet é perto de casa. Mas voltei a pé com ela no colo e eu toda mijada com roupas claras."

O gato Golimárcio, por Julia Magri

"Fui levar meu gato Golimárcio para castrar. Ele é muito forte e tem temperamento difícil. Após a luta para colocar o gato no transporte e levar até a clínica, avisei ao médico que ele era nervoso. O veterinário disse: "É normal, pode ficar tranquila que a gente dá um jeito."

Pensei que, se ele disse isso e tem um diploma, não haveria nenhum problema, porque ele está acostumado, é a profissão dele.

Horas mais tarde eu recebo o telefonema avisando que já poderia buscar o Golimárcio. Quando chego lá o veterinário sai da sala, se apoia na mesa, muito ofegante, e diz: "Nós precisamos de quatro pessoas para conseguir sedar o seu gato."

Quis enfiar a cabeça em um buraco."

Problema na geladeira, por Tales Ramos

"Um dia a geladeira aqui de casa parou de funcionar subitamente. Checamos a força da energia e todos os botões para ver se não tinha desligado e, por fim, minha mãe resolveu chamar um técnico para olhar.

Quando ele chegou e arredou a geladeira, descobrimos que o coelho havia roído os fios atrás.

Minha mãe morreu de vergonha e quase me matou por isso.""

Cachorro no trabalho, por Andréa Gouvea

"Aqui no meu trabalho podemos levar cachorro um dia no mês. A escolhida do mês foi a minha, a Zefinha.

Quando me perguntaram se ela fazia cocô na fraldinha, eu disse que sim. Também me perguntaram se ela latia muito e eu disse que não.

Quando eu a trouxe aqui na agência ela fez o favor de latir para todos os sócios e diretores, enquanto cagava na frente da sala deles. Não sei como ainda tenho um emprego."

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