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32 filmes de terror que farão você se esconder debaixo da cama

Considere-se avisado: não assista a esses filmes sozinho.

publicado

1. Desafio do Além (1963)

MGM

Dirigido por: Robert Wise

Escrito por: Nelson Gidding

Quem acha que o clássico terror preto e branco não pode oferecer as mesmas emoções que os filmes mais modernos precisa conferir o filme Desafio do Além. (O original, claro — não confunda com o remake de 1999, que não é lá grandes coisa.) Baseado no romance de Shirley Jackson A Assombração da Casa da Colina, a história que serve como base para o filme envolve uma mansão assombrada por uma presença fantasmagórica vingativa. Mas as convenções que fizeram com que o filme fosse um autêntico terror se mantêm tão assustadoras agora quanto eram na época.

2. Repulsa ao sexo (1965)

Criterion

Dirigido por: Roman Polanski

Escrito por: David Stone

O verdadeiro terror de Repulsa ao sexo é que não fica claro quanto da ameaça que Carol (Catherine Deneuve) enfrenta é real, e quanto é apenas um produto de suas neuroses e de sua imaginação hiperativa. A decadência da personagem até a loucura e paranoia se desenrola na casa, que vai se desintegrando ao seu redor (algo que só ela pode ver), e em seus brutais e violentos ataques contra os homens que chegam muito perto. É um retrato psicológico complicado angustiante, não importa a maneira como você analise o filme.

3. O bebê de Rosemary (1968)

Paramount Pictures

Dirigido por: Roman Polanski

Escrito por: Roman Polanski

Outro terror psicológico de Roman Polanski — não há como negar o domínio que ele tem sobre o gênero. O bebê de Rosemary é estrelado por Mia Farrow como Rosemary Woodhouse, uma mulher que suspeita que o seu bebê, que ainda está na barriga, é filho de Satanás, e que sua família e amigos estão conspirando contra ela. Esta última suspeita é a que mais a aflige. A violação que Rosemary sofre é horrível, mas é ainda pior por sua incapacidade de confiar em alguém, principalmente em seu marido Guy (John Cassavetes).

4. O Exorcista (1973)

Warner Bros.

Dirigido por: William Friedkin

Escrito por: William Peter Blatty

Crianças diabólicas sempre assustam muito, e isso não poderia ser diferente com Regan MacNeil (Linda Blair) em O Exorcista. Para ser justo, não é culpa de Reagan — ela está possuída pelo demônio Pazuzu, que está determinado a se vingar do padre Merrin (Max von Sydow). Tudo o que a Regan possuída faz é a essência dos pesadelos: o profundo grunhido gutural; sua sinceridade sexual chocante, sem contar o vômito verde. Nenhum filme de exorcismo já chegou perto do original em termos de puro terror.

5. A Profecia (1976)

20th Century Fox

Dirigido por: Richard Donner

Escrito por: David Seltzer

Combine a terrível alegoria da criança diabólica de O Exorcista com a história do filho de Satanás de O bebê de Rosemary e você obterá A Profecia, que é tão assustador como seus antecessores. Há algo de muito errado com Damien (Harvey Spencer Stephens), a criança adotada por Robert (Gregory Peck) e Katherine Thorn (Lee Remick) e, como é frequentemente o caso, ninguém acredita na verdade até que seja tarde demais. Poucas coisas são tão assustadoras quanto o take final do sorriso astuto de Damien.

6. Suspiria (1977)

Blue Underground

Dirigido por: Dario Argento

Escrito por: Dario Argento e Daria Nicolodi

Dario Argento criou uma reputação com sua marca exclusiva de terror estilizado, que mistura sangue e arte de alto nível. Suspiria é sem dúvida o melhor exemplo de sua estética: o uso de cores berrantes, particularmente o vermelho, faz todo o filme parecer um pesadelo. Apenas olhar para um frame do filme já pode causar um medo terrível. A história em si, sobre a estudante de balé Suzy Bannion (Jessica Harper) que encontra um culto de uma bruxa em sua academia de dança, é secundária para a vibração profundamente inquietante que Suspiria emana.

7. Halloween (1978)

Anchor Bay

Dirigido por: John Carpenter

Escrito por: John Carpenter e Debra Hill

Às vezes, menos é mais, como John Carpenter aprendeu quando fez Halloween, que estabeleceu as bases para o gênero slasher. (As regras que fizeram com que O Grito fizesse sucesso duas décadas mais tarde foram em grande parte originadas desse filme.) Halloween não é particularmente sangrento, e não depende de sustos baratos. E, no entanto, é mais assustador do que quase qualquer slasher recente, graças ao jogo angustiante de gato e rato entre Michael Myers (Nick Castle) e Laurie Strode (Jamie Lee Curtis).

8. Alien (1979)

20th Century Fox

Dirigido por: Ridley Scott

Escrito por: Dan O'Bannon

Aliens, a sequência de 1986 de Alien, é um passeio emocionante e tenso, mas é claramente um filme de ação de ficção científica. O brilho de Alien é que a definição do espaço cósmico é em grande parte incidental. É essencialmente um filme de terror: o Nostromo poderia muito bem ser uma casa assombrada. Como se constata, a criatura é mais assustadora quando seu espectro está perseguindo Ripley (Sigourney Weaver) e o resto da tripulação da nave, mostrando-se apenas quando absolutamente necessário. Este é um filme de terror slasher, que se completa com uma das mais icônicas final girls.

9. O Iluminado (1980)

Warner Bros.

Dirigido por: Stanley Kubrick

Escrito por: Stanley Kubrick e Diane Johnson

Como uma adaptação do romance, O Iluminado tem problemas. Mas a mesma razão pela quela Stephen King odiou o filme de Kubrick é parte do que faz com que ele seja tão assustador: o Jack Torrance de Jack Nicholson é psicótico do início ao fim. Mesmo quando está interpretando um pai e marido amoroso, ele é claramente o receptáculo de loucura e raiva mal reprimidas. Sua fúria inevitável é aterrorizante porque você fica o tempo esperando que a mente dele se quebre ao meio. Adicione a isso as imagens profundamente perturbadoras de Kubrick, especialmente as gêmeas no corredor.

10. Poltergeist - O Fenômeno (1982)

MGM

Dirigido por: Tobe Hooper

Escrito por: Steven Spielberg, Michael Grais e Mark Victor

A primeira coisa que você precisa saber: Poltergeist é ocasionalmente hilariante. Ele não traz o suspense implacável que muitos dos outros filmes nesta lista apresentam. Ele ainda conseguiu ganhar uma classificação PG, mesmo porque a PG-13 ainda não existia. Mas, apesar de todo seu humor, Poltergeist consegue ser arrepiante. O boneco palhaço é o responsável por incontáveis pesadelos de infância, mas há também algo profundamente perturbador no alegre anúncio de Carol Anne (Heather O'Rourke) faz quando os fantasmaschegam: "Eles estão aquiiiiiii."

11. A Hora do Pesadelo (1984)

New Line Cinema

Dirigido por: Wes Craven

Escrito por: Wes Craven

Como Halloween, A Hora do Pesadelo inspirou uma franquia de sequências cada vez menos assustadoras. Freddy Krueger (Robert Englund) se tornou mais um anti-herói engraçadão do que o monstro que ele foi criado para ser. Por isso que é muito impressionante que o filme O Pesadelo original tenha conseguido envelhecer tão bem. Revisitar o terror slasher surrealista de Wes Craven é um lembrete impressionante de como Freddy durou enquanto isca de pesadelo — e o bom terror, assim como Krueger, nunca morre de verdade.

12. Cemitério Maldito (1989)

Paramount Pictures

Dirigido por: Mary Lambert

Escrito por: Stephen King

Outra adaptação de Stephen King, Cemitério Maldito tem o selo de aprovação do autor: ele escreveu o roteiro também. É fiel ao romance de King, fazendo tanto o filme quanto o livro duas das mais assustadoras obras que ele já produziu. Embora o conceito em si seja aterrorizante — Louis Creed (Dale Midkiff) se encontra, por acaso, em um cemitério que traz coisas mortas de volta à vida, a um custo — a imagem de Victor Pascow (Brad Greenquist), mutilado por um acidente de carro, vai mantê-lo acordado à noite.

13. O Mistério de Candyman (1992)

Sony Pictures Home Entertainment

Dirigido por: Bernard Rose

Escrito por: Bernard Rose

Se você tem medo de ganchos, abelhas ou castração — medos totalmente racionais, a propósito — O Mistério de Candyman vai te perturbar. Mas o terror vai além disso: o filme segue a estudante Helen Lyle (Virginia Madsen) enquanto ela investiga a lenda urbana de Candyman (Tony Todd). Ela descobre que a ficção é baseada na realidade, o que nos força a questionar o todo o folclore que conhecemos desde que éramos pequenos. O que é real e o que não é? E quem se atreveria a falar "Candyman" cinco vezes no espelho para descobrir?

14. Violência Gratuita (1997)

Fox Lorber

Dirigido por: Michael Haneke

Escrito por: Michael Haneke

Violência Gratuita não é bem um filme de terror típico, mas poucos filmes de Michael Haneke podem ser facilmente catalogados. No entanto, assistir a Violência Gratuita é um teste de resistência que deixa seus telespectadores seriamente abalados. A verdadeira fonte de inquietação vem dos atos de crueldade: Peter (Frank Giering) e Paul (Arno Frisch) torturam uma família infeliz só porque podem fazer isso. Saber que não há nenhum método para combater a loucura é a verdade mais assustadora de todas.

15. A Bruxa de Blair (1999)

Lionsgate

Dirigido por: Daniel Myrick e Eduardo Sánchez

Escrito por: Daniel Myrick e Eduardo Sánchez

A Bruxa de Blair pode não te assustar tanto agora quanto na época em que o filme saiu, em 1999. Porque boa parte do medo vem do temor do desconhecido: A Bruxa de Blair foi um dos primeiros filmes de terror a se tornar uma febre mundial e, naquela época, era um território em grande parte inexplorado. E as filmagens de três campistas perdidos na mata, enfrentando uma ameaça invisível, parecia bem real. Conhecer a história do filme agora tira um pouco da potência inicial, mas se formos objetivos, ainda se trata de um suspense altamente eficaz.

16. Os Outros (2001)

Miramax Films

Dirigido por: Alejandro Amenábar

Escrito por: Alejandro Amenábar

As crianças no filme Os Outros não são más, mas certamente há algo diferente nelas. A mãe delas, Grace (Nicole Kidman), não consegue determinar o que está por trás dos estranhos que transitam pela sua tranquila casa de campo — algo realmente muito difícil de explicar. Em algum momento de Os Outros, é oferecida uma revelação inteligente e realmente assombrosa. Em histórias de fantasmas, descobrir a verdade por trás das aparições dos espíritos é geralmente o primeiro passo para expulsá-los. Aqui, a resposta é mais assustadora do que qualquer coisa que tenha vindo antes dela.

17. Ju-on: O Grito (2002)

Lionsgate

Dirigido por: Takashi Shimizu

Escrito por: Takashi Shimizu

Ju-on: O Grito é, na verdade, o terceiro filme da série Ju-on, mas foi a primeira versão exibida nas salas de cinema e, é de longe, o mais assustador — muito mais do que o remake americano de 2004 O Grito. Todos os filmes da série giram em torno de uma maldição, mas enquanto as alegorias podem ser semelhantes, os sustos são únicos (e extremamente assustadores). Em Ju-on: O Grito, a assistente social Rika Nishina (Megumi Okina) é a mais recente vítima de fantasmas vingativos obstinados a destruí-la.

18. O Chamado (2002)

DreamWorks

Dirigido por: Gore Verbinksi

Escrito por: Kôji Suzuki, Ehren Kruger e Scott Frank

O Chamado é outro remake de um filme de terror japonês, mas ao contrário do que se possa imaginar, este aqui garante o que é prometido. O filme é aterrorizante em parte por causa do medo inerente ao seu conceito: você vê uma fita, recebe um telefonema dizendo "sete dias", e sabe que vai morrer em uma semana. Mas, a eficácia de O Chamado também pode ser creditada às reviravoltas que acontecem quando Rachel (Naomi Watts) descobre que a garota que ela "resgatou" não é bem o que parece.

19. Extermínio (2002)

Fox Searchlight Pictures

Dirigido por: Danny Boyle

Escrito por: Alex Garland

Zumbis não deveriam correr. Mas os zumbis que aparecem num tumulto em Extermínio não são exatamente zumbis, pelo menos não do modo como estamos acostumados. E justamente pelo fato de eles correrem, há algo ainda mais assustador: com todo o respeito ao zumbis tradicionais da variedade que se arrasta por aí, é difícil competir com criaturas sedentas de sangue que podem correr. Como todos os grandes filmes de zumbis, Extermínio também oferece um comentário social perspicaz e assustador. No final, fica provado que o pior monstro que pode existir é o ser humano.

20. Medo (2003)

Kino Lorber

Dirigido por: Jee-woon Kim

Escrito por: Jee-woon Kim

Medo é inspirado em um clássico conto popular coreano, embora tenha sido atualizado para um público moderno. No entanto, a narrativa aparentemente complicada, na verdade repousa sobre temas familiares: por exemplo, uma madrasta malvada. Como tantos filmes nesta lista, o terror sobrenatural se mistura com o psicológico. Terríveis atos de violência que parecem reais acabam sendo alucinações mas, de alguma forma, sabemos que aquilo que a parte real é ainda mais assustadora.

21. Abismo do Medo (2005)

Lionsgate

Dirigido por: Neil Marshall

Escrito por: Neil Marshall

Honestamente, mesmo sem os mutantes homicidas à espreita nas profundezas das cavernas, Abismo do Medo seria assustador. O simples ato de explorar cavernas virgens é estressante de assistir — e é óbvio que não demora para que as personagens acabem se perdendo, descendo até as profundezas de um labirinto escuro e estranho que fica debaixo da terra. Logo depois, criaturas horripilantes começam a capturar as personagens. O que vem a seguir é um tanto exagerado, mas exagerado da melhor forma possível. Abismo do Medo é implacável.

22. REC (2007)

Sony Pictures Home Entertainment

Dirigido por: Jaume Balagueró e Paco Plaza

Escrito por: Jaume Balagueró, Luis A. Berdejo e Paco Plaza

A maioria dos filmes de terror começa com um objetivo claro à vista, mas em REC, a repórter de TV Ángela Vidal (Manuela Velasco) e seu cinegrafista Pablo (Pablo Rosso) estão trabalhando em uma inofensiva série de documentários, quando dão de cara com um surto de zumbis. É uma porta de entrada inteligente, do tipo que pega o público de surpresa, mesmo quando você sabe que está assistindo a um filme de terror. É um lembrete de que mesmos que os zumbis sejam seres fictícios, esse tipo de filme deixa aquela sensação de que eles podem se tornar reais a qualquer momento.

23. O Orfanato (2007)

New Line Home Video

Dirigido por: J. A. Bayona

Escrito por: Sergio G. Sánchez

Às vezes as coisas mais simples são as mais assustadoras. Um exemplo é este menininho de pé no corredor, longe o suficiente, com uma máscara pintada no saco de estopa que ele usa sobre sua cabeça. Muito tempo depois de ver O Orfanato, esta é a imagem que fica na sua lembrança e ela consegue ser tão assustadora que você só quer se esquecer dela. No final, essa história de fantasmas oferece coisas muito surpreendentes. Mas a conclusão deprimente prova que as assombrações podem vir de maneiras diferentes. Quando mais você pensa sobre a sombria reviravolta final, pior ela fica.

24. Atividade Paranormal (2007)

Paramount Pictures

Dirigido por: Oren Peli

Escrito por: Oren Peli

Alguns argumentam que os sustos em Atividade Paranormal são muito sensacionalistas. E, de fato, é difícil corresponder as expectativas quando toda campanha publicitária de um filme é baseada no quanto ele assustou o público. Mas, isolado de todo o hype e promoção, Atividade Paranormal resiste ao teste do tempo como um filme minimalista, profundamente assustador. Se vale de consolo, a campanha publicitária só aumentou a tensão: ela atiçou o público, sem revelar que a maior parte do tempo do filme seria gasto esperando.

25. Os Estranhos (2008)

Universal Studios

Dirigido por: Bryan Bertino

Escrito por: Bryan Bertino

Os Estranhos chega a uma conclusão semelhante à de Violência Gratuita: às vezes, coisas ruins acontecem com as pessoas sem nenhum motivo. Como Kristen (Liv Tyler) e James (Scott Speedman) ficam horrorizados ao descobrir, os invasores mascarados que os estão aterrorizando os escolheram pelo simples fato de que eles estavam em casa. No entanto, vagamente inspirado em fatos reais, o filme Os Estranhos é o tipo de trailer de invasão domiciliar que faz com que você sinta que uma coisa parecida poderia acontecer quando você abrisse a porta para alguém.

26. A Casa do Diabo (2009)

Dark Sky Films

Dirigido por: Ti West

Escrito por: Ti West

Por ser escrito e dirigido por Ti West, um dos mais famosos cineastas de terror na ativa, A Casa do Diabo tem muito do que sobrou dos anos 80 e muitas coisas atuais também. É divertido. Mas, como West prova sem esforço, aquilo que é divertido também pode ser aterrorizante e confuso. Samantha (Jocelin Donahue) recebe uma estranha oferta de emprego como babá que ela não pode se dar ao luxo de recusar, mas logo descobre o que a espera. É um prazer assistir até deixar de ser um prazer, mas daí você já foi longe demais para parar.

27. Sobrenatural (2010)

FilmDistrict

Dirigido por: James Wan

Escrito por: Leigh Whannell

No papel, Sobrenatural é uma história de possessão bastante simples. Os trailers não fizeram muito para entregar algo além disso. Mas as baixas expectativas acabaram ajudando, atraindo o público com uma falsa sensação de segurança: diferente da banalidade que apresentava nos trailers, Sobrenatural era um terror sério, desses de arruinar o sono. E, francamente, isso é mais difícil de esquecer quando não há truques. Trata-se apenas de um pai (Patrick Wilson) e uma mãe (Rose Byrne) tentando salvar seu filho possuído (Ty Simpkins), e é brutal.

28. O Último Exorcismo (2010)

Lionsgate

Dirigido por: Daniel Stamm

Escrito por: Huck Botko e Andrew Gurland

Os filmes de hoje em dia abusam dos sustos baratos: o estilo in-your-face traz aqueles sustos que te fazem pular e podem acontecer nos momentos que você menos espera. Mas um filme de terror realmente assustador precisa de algo a mais, além de te fazer derrubar a pipoca. O Último Exorcismo, que tem o Reverendo Cotton Marcus (Patrick Fabian) tentando salvar a aparentemente possuída Nell (Ashley Bell), deixa um suspense no ar, borrando propositadamente a linha entre o sobrenatural e aquilo que é real até demais. Além disso, o desempenho de Bell faz com que seus olhos fiquem grudados na tela, quando tudo o que você quer é não olhar.

29. A Epidemia (2010)

Overture Films

Dirigido por: Breck Eisner

Escrito por: Scott Kosar e Ray Wright

Um remake de um filme de George A. Romero em grande parte esquecido, A Epidemia não é sobre zumbis, mas é similar. É como misturar Mortos Vivos com Os Invasores de Corpos. E talvez esse seja o segredo do filme. O xerife David Dutton (Timothy Olyphant) tem que enfrentar o fato de que seus amigos e vizinhos estão se transformando em monstros. Mas não zumbis irracionais — ainda são humanos, mas perigosamente homicidas. Isso os torna mais difíceis de matar, e pior, impossíveis de esquecer.

30. A Entidade (2012)

Summit Entertainment

Dirigido por: Scott Derrickson

Escrito por: Scott Derrickson e C. Robert Cargill

Há uma divindade babilônica terrível chamada Bughuul em A Entidade, e isto está longe de ser a coisa mais assustadora. Essa honra vai para o elemento "filmagens encontradas" — as filmagens caseiros que Ellison Oswalt (Ethan Hawke) descobre acabam sendo filmes snuff dos proprietários anteriores da sua nova casa. Seus títulos inofensivos, como Family Hanging Out '11, trazem uma família que comete suicídio por enforcamento. A força demoníaca por trás deles acaba sendo incidental.

31. O Babadook (2014)

IFC Films

Dirigido por: Jennifer Kent

Escrito por: Jennifer Kent

O Babadook retorna a um tema que já está na lista: Amelia (Essie Davis) realmente está sendo atormentada por uma força demoníaca ou está apenas enlouquecendo? Há uma razão para isso ser um elemento popular no terror, e por isso esses filmes são tão assustadores. Depois que chegamos a uma certa idade, o bicho-papão — ou Babadook — deixa de nos assustar. Mas o medo de enlouquecer, de ser um perigo para si e para os outros, esse não tem idade.

32. Corrente do Mal (2014)

RADiUS-TWC

Dirigido por: David Robert Mitchell

Escrito por: David Robert Mitchell

Muito parecido com O Babadook, Corrente do Mal se tornou o hit de horror surpreendente do ano. É outra recauchutagem de um tema de horror comum: uma menina (Maika Monroe) tem relações sexuais e é punida por isso. Mas é muito mais complicado. Os temas de David Robert Mitchell são muito mais progressistas do que reciclados: a ressonância é francamente assustadora. E o monstro é assustador por sua simplicidade. E a aparência dele sempre muda, o que faz com que ele possa ser qualquer um.

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