back to top

7 misteriosos assassinatos não resolvidos que não vão deixar você dormir à noite

Talvez seja melhor não ler isso antes de dormir.

publicado

1. Hinterkaifeck

Na noite de 31 de março de 1922, os seis moradores de Hinterkaifeck, uma pequena fazenda na Alemanha, foram assassinados com uma ferramenta rural semelhante a uma picareta. As vítimas eram Andreas e Cäzilia Gruber, sua filha viúva Viktoria, seus filhos Cäzilia e Joseph, e a empregada, Maria Baumgartner. Havia rumores de que Andreas e Viktoria tinham uma relação incestuosa, e que Joseph era filho deles. A ex-empregada doméstica dos Gruber deixara a família há seis meses, alegando que a casa era mal-assombrada. E dias antes do assassinato, Andreas disse aos vizinhos que tinha descoberto uma estranha trilha de pegadas na neve que levava da floresta até a casa, mas não voltava. Ele também ouvira passos no sótão, e um jogo de chaves desaparecera. Com base na cena do crime encontrada dias após os assassinatos, os investigadores concluíram que os membros da família foram levados um a um para o celeiro para serem mortos, antes que o assassino matasse a empregada e o jovem Joseph na casa. Mais de 100 suspeitos foram interrogados em última instância, mas nenhum deles foi condenado pelos crimes.Leia mais
en.wikipedia.org

Na noite de 31 de março de 1922, os seis moradores de Hinterkaifeck, uma pequena fazenda na Alemanha, foram assassinados com uma ferramenta rural semelhante a uma picareta. As vítimas eram Andreas e Cäzilia Gruber, sua filha viúva Viktoria, seus filhos Cäzilia e Joseph, e a empregada, Maria Baumgartner. Havia rumores de que Andreas e Viktoria tinham uma relação incestuosa, e que Joseph era filho deles. A ex-empregada doméstica dos Gruber deixara a família há seis meses, alegando que a casa era mal-assombrada. E dias antes do assassinato, Andreas disse aos vizinhos que tinha descoberto uma estranha trilha de pegadas na neve que levava da floresta até a casa, mas não voltava. Ele também ouvira passos no sótão, e um jogo de chaves desaparecera. Com base na cena do crime encontrada dias após os assassinatos, os investigadores concluíram que os membros da família foram levados um a um para o celeiro para serem mortos, antes que o assassino matasse a empregada e o jovem Joseph na casa. Mais de 100 suspeitos foram interrogados em última instância, mas nenhum deles foi condenado pelos crimes.

Leia mais

2. Os assassinos do machado de Villisca

Na noite de 9 de Junho de 1912, a benquista família Moore (incluindo quatro crianças com 11 anos ou menos) e duas outras crianças, amigas de Katherine, filha dos Moore, foram espancados até a morte com um machado em sua casa. Os corpos foram encontrados na manhã seguinte, suas cabeças cobertas com roupas de cama. Entre os suspeitos dos assassinatos estavam um andarilho chamado Andy Sawyer, um padre visitante acusado de pedofilia chamado Reverendo George Kelly, e dois homens suspeitos de serem assassinos em série, separadamente. Antes e depois dos crimes de Villisca, ocorreu uma série de assassinatos com machados nos EUA e os crimes eram parecidos (os espelhos da casa foram cobertos; luvas foram usadas ​​pelo assassino; uma bacia na qual o assassino se lavou foi encontrada na cozinha), mas as mortes nunca foram oficialmente relacionadas. Os dois suspeitos de serem assassinos em série, William Mansfield e Henry Lee Moore, chegaram a assassinar suas famílias dois anos e alguns meses após o caso de Villisca, respectivamente, mas nenhum deles chegou a ser definitivamente relacionado ao caso de Villisca, que permanece sem solução.Leia mais
rense.com

Na noite de 9 de Junho de 1912, a benquista família Moore (incluindo quatro crianças com 11 anos ou menos) e duas outras crianças, amigas de Katherine, filha dos Moore, foram espancados até a morte com um machado em sua casa. Os corpos foram encontrados na manhã seguinte, suas cabeças cobertas com roupas de cama. Entre os suspeitos dos assassinatos estavam um andarilho chamado Andy Sawyer, um padre visitante acusado de pedofilia chamado Reverendo George Kelly, e dois homens suspeitos de serem assassinos em série, separadamente. Antes e depois dos crimes de Villisca, ocorreu uma série de assassinatos com machados nos EUA e os crimes eram parecidos (os espelhos da casa foram cobertos; luvas foram usadas ​​pelo assassino; uma bacia na qual o assassino se lavou foi encontrada na cozinha), mas as mortes nunca foram oficialmente relacionadas. Os dois suspeitos de serem assassinos em série, William Mansfield e Henry Lee Moore, chegaram a assassinar suas famílias dois anos e alguns meses após o caso de Villisca, respectivamente, mas nenhum deles chegou a ser definitivamente relacionado ao caso de Villisca, que permanece sem solução.

Leia mais

3. O homem do machado de New Orleans

Entre 1918 e 1919, um assassino matou oito pessoas com um machado em Nova Orleans e comunidades vizinhas, e suspeita-se que tenham existido outras vítimas. A maioria das vítimas era ítalo-americana, e a maioria foi morta com machados que pertenciam a elas mesmas. Em 13 de março de 1919, alguém que afirmava ser o Homem do Machado publicou uma carta arrepiante no jornal. Em um trecho lia-se o seguinte: "Eu não sou um ser humano, mas um espírito e um demônio do inferno mais quente. Eu sou o que vocês de Orleans e sua polícia tola chamam de Homem do Machado. Quando eu achar melhor, virei reivindicar outras vítimas. Sozinho. Só eu sei quem eles são. Não vou deixar nenhuma pista, exceto o meu machado sangrento, lambuzado de sangue e dos miolos de quem eu levar lá para baixo para me fazer companhia". A identidade do Homem do Machado nunca foi descoberta, e os assassinatos pararam tão repentinamente quanto começaram.Leia mais
nola.com

Entre 1918 e 1919, um assassino matou oito pessoas com um machado em Nova Orleans e comunidades vizinhas, e suspeita-se que tenham existido outras vítimas. A maioria das vítimas era ítalo-americana, e a maioria foi morta com machados que pertenciam a elas mesmas. Em 13 de março de 1919, alguém que afirmava ser o Homem do Machado publicou uma carta arrepiante no jornal. Em um trecho lia-se o seguinte: "Eu não sou um ser humano, mas um espírito e um demônio do inferno mais quente. Eu sou o que vocês de Orleans e sua polícia tola chamam de Homem do Machado. Quando eu achar melhor, virei reivindicar outras vítimas. Sozinho. Só eu sei quem eles são. Não vou deixar nenhuma pista, exceto o meu machado sangrento, lambuzado de sangue e dos miolos de quem eu levar lá para baixo para me fazer companhia". A identidade do Homem do Machado nunca foi descoberta, e os assassinatos pararam tão repentinamente quanto começaram.

Leia mais

4. Os assassinatos ao luar

Entre fevereiro e maio de 1946, um serial killer desconhecido conhecido como "Assassino Fantasma" atirou em 10 pessoas (cinco delas morreram) perto de Texarkana. Uma lenda urbana cresceu em torno do caso, afirmando que as vítimas tinham sido atacadas pela lua cheia; no entanto, esta alegação não tinha fundamento. Moradores da área entraram em pânico, e muitos resolveram trancar suas janelas com pregos ou comprar armas de fogo. As vítimas iniciais Mary Jeanne Larey e Jimmy Hollis, que sobreviveram ao ataque, descreveram o Assassino Fantasma como um homem muito alto vestindo um saco branco na cabeça, com furos cortados para os olhos e a boca. Cerca de 400 suspeitos foram presos no decorrer das investigações, e inúmeras pessoas fizeram confissões (provavelmente falsas), mas nenhuma delas foi condenada.Leia mais
http://27.254.44.103:81/~topten/3428-top.html

Entre fevereiro e maio de 1946, um serial killer desconhecido conhecido como "Assassino Fantasma" atirou em 10 pessoas (cinco delas morreram) perto de Texarkana. Uma lenda urbana cresceu em torno do caso, afirmando que as vítimas tinham sido atacadas pela lua cheia; no entanto, esta alegação não tinha fundamento. Moradores da área entraram em pânico, e muitos resolveram trancar suas janelas com pregos ou comprar armas de fogo. As vítimas iniciais Mary Jeanne Larey e Jimmy Hollis, que sobreviveram ao ataque, descreveram o Assassino Fantasma como um homem muito alto vestindo um saco branco na cabeça, com furos cortados para os olhos e a boca. Cerca de 400 suspeitos foram presos no decorrer das investigações, e inúmeras pessoas fizeram confissões (provavelmente falsas), mas nenhuma delas foi condenada.

Leia mais

5. O Açougueiro Louco de Kingsbury Run

Também conhecido como o Assassino do Tronco de Cleveland, o Açougueiro Louco de Kingsbury Run foi um serial killer que agiu em Cleveland nos anos 1930. Foram 12 vítimas oficiais, mas os investigadores acreditam que o número real é provavelmente maior. The Açougueiro Louco foi chamado assim por decapitar e desmembrar suas vítimas (cuidado ao dar um Google nessas imagens; a foto acima é um molde de gesso da cabeça de uma vítima, mas há imagens muito mais terríveis), e às vezes castrar suas presas do sexo masculino. Muitas das vítimas não foram encontradas por muitos meses (ou mesmo por mais de um ano) após os seus assassinatos; algumas nunca foram identificadas, já que suas cabeças nunca foram encontradas. Alguns suspeitavam que havia mais de um "Açougueiro Louco", mas o caso permanece sem solução.Leia mais
upload.wikimedia.org

Também conhecido como o Assassino do Tronco de Cleveland, o Açougueiro Louco de Kingsbury Run foi um serial killer que agiu em Cleveland nos anos 1930. Foram 12 vítimas oficiais, mas os investigadores acreditam que o número real é provavelmente maior. The Açougueiro Louco foi chamado assim por decapitar e desmembrar suas vítimas (cuidado ao dar um Google nessas imagens; a foto acima é um molde de gesso da cabeça de uma vítima, mas há imagens muito mais terríveis), e às vezes castrar suas presas do sexo masculino. Muitas das vítimas não foram encontradas por muitos meses (ou mesmo por mais de um ano) após os seus assassinatos; algumas nunca foram identificadas, já que suas cabeças nunca foram encontradas. Alguns suspeitavam que havia mais de um "Açougueiro Louco", mas o caso permanece sem solução.

Leia mais

6. Jack, o Estripador

Jack, o Estripador, é o nome dado a um assassino em série que atuou em comunidades pobres de Londres em 1888. Há cinco assassinatos "canônicos", com fortes laços com Jack, o Estripador, embora 11 assassinatos no geral tenham sido diversas vezes ligados à mesma figura. O modus operandi do assassino era cortar as gargantas de suas vítimas (principalmente prostitutas) e cruelmente mutilar o resto de seus corpos, ocasionalmente removendo alguns dos órgãos das vítimas. A precisão com que a remoção dos órgãos era feita levou alguns a acreditar que Jack, o Estripador, tinha experiência em perícia médica. Várias cartas que alegavam ser do próprio Jack foram divulgadas na época dos assassinatos, incluindo aquela que designou o nome de "Jack, o Estripador", embora ela tenha sido apontada como uma farsa tempos depois. Outra carta, conhecida como a "Carta do Inferno", na qual o autor alegava ter fritado e comido metade do rim da vítima, foi considerada autêntica. Um pequeno pedaço de rim humano foi entregue com a carta em uma caixa. Mais de 100 pessoas foram indicadas como suspeitas, mas nenhuma foi condenada.Leia mais
en.wikipedia.org

Jack, o Estripador, é o nome dado a um assassino em série que atuou em comunidades pobres de Londres em 1888. Há cinco assassinatos "canônicos", com fortes laços com Jack, o Estripador, embora 11 assassinatos no geral tenham sido diversas vezes ligados à mesma figura. O modus operandi do assassino era cortar as gargantas de suas vítimas (principalmente prostitutas) e cruelmente mutilar o resto de seus corpos, ocasionalmente removendo alguns dos órgãos das vítimas. A precisão com que a remoção dos órgãos era feita levou alguns a acreditar que Jack, o Estripador, tinha experiência em perícia médica. Várias cartas que alegavam ser do próprio Jack foram divulgadas na época dos assassinatos, incluindo aquela que designou o nome de "Jack, o Estripador", embora ela tenha sido apontada como uma farsa tempos depois. Outra carta, conhecida como a "Carta do Inferno", na qual o autor alegava ter fritado e comido metade do rim da vítima, foi considerada autêntica. Um pequeno pedaço de rim humano foi entregue com a carta em uma caixa. Mais de 100 pessoas foram indicadas como suspeitas, mas nenhuma foi condenada.

Leia mais

7. O Assassino Zodíaco

"Zodíaco" foi como se autodenominou um serial killer que agiu no norte da Califórnia do final dos anos 1960 até o início dos anos 1970. Zodíaco alegou, em várias cartas enviadas aos jornais, ter matado 37 pessoas; sete vítimas são conhecidas, quatro das quais eram jovens casais, e duas delas sobreviveram. A maioria das vítimas do Zodíaco foi baleada dentro ou perto de seus carros. Entre a correspondência enviada pelo assassino Zodíaco aos jornais estavam quatro criptogramas, mas apenas um deles foi definitivamente decodificado. Nele se lê em um trecho: "EU GOSTO DE MATAR PESSOAS PORQUE É MUITO DIVERTIDO É MAIS DIVERTIDO DO QUE MATAR EM CAÇADAS SELVAGENS NA FLORESTA O HOMEM É O ANAMAL [sic] MAIS PERIGOSOS DE TODOS". Várias pessoas nos últimos anos reivindicaram ser, ou ter relação, com o assassino Zodíaco. O caso continua aberto, mas sem solução.Leia mais
cinema-suicide.com

"Zodíaco" foi como se autodenominou um serial killer que agiu no norte da Califórnia do final dos anos 1960 até o início dos anos 1970. Zodíaco alegou, em várias cartas enviadas aos jornais, ter matado 37 pessoas; sete vítimas são conhecidas, quatro das quais eram jovens casais, e duas delas sobreviveram. A maioria das vítimas do Zodíaco foi baleada dentro ou perto de seus carros. Entre a correspondência enviada pelo assassino Zodíaco aos jornais estavam quatro criptogramas, mas apenas um deles foi definitivamente decodificado. Nele se lê em um trecho: "EU GOSTO DE MATAR PESSOAS PORQUE É MUITO DIVERTIDO É MAIS DIVERTIDO DO QUE MATAR EM CAÇADAS SELVAGENS NA FLORESTA O HOMEM É O ANAMAL [sic] MAIS PERIGOSOS DE TODOS". Várias pessoas nos últimos anos reivindicaram ser, ou ter relação, com o assassino Zodíaco. O caso continua aberto, mas sem solução.

Leia mais

Você já tem o app do BuzzFeed Brasil?

Baixe gratuitamente no Android e no iOS para ver todos os nossos testes, vídeos, notícias e muito buzz.