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10 atitudes para ajudar a combater o preconceito contra LGBTs

Um pequeno ato pode mudar a vida de uma pessoa pra sempre.

publicado

LGBT: A sigla usada para se referir à Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros.

1. Antes de tudo, se você é LGBT, seja você mesmo.

Instagram: @jacyjuly

Muitas vezes, o alimento do preconceito é o desconhecimento. Ao se assumir e ser quem você realmente é, as pessoas vão tendo a oportunidade de ver, se acostumar e desconstruir uma série de ideias erradas que tinha sobre a comunidade LGBT.

2. Dentre os candidatos em quem você pretende votar, escolha algum que seja pró diretos dos LGBT.

Facebook: votelgbt

O projeto Vote LGBT lista todos os candidatos pró-direitos humanos e dos LGBT. Ninguém deve escolher um candidato por sua orientação sexual ou gênero, mas é muito importante lembrar que dentre as centenas de candidatos que concorrem às eleições pode ter uma mulher ou um LGBT que podem defender com mais propriedade seus ideais no governo.

3. Se você é mãe ou pai de um LGBT, procure formas de apoiá-lo.

Facebook: MaespelaDiversidade

Muitos LGBTs têm medo de assumir sua orientação sexual e serem recriminados na própria casa. O GPH: Grupo de Pais de Homossexuais é um grupo de ajuda para os pais entenderem as necessidades e a dinâmica dos filhos. Já o grupo Mães Pela Diversidade reúne mães e pais dispostos a militar pelos direitos dos filhos.

4. Lute pela criminalização da LGBTfobia.

Paulo Pinto / Paulo Pinto/ Fotos Públicas

Você pode participar de manifestações ou entrar em contato com os deputados federais para fazer pressão. Afinal, depois de oito anos tramitando no Senado, a ​lei que pune homofobia voltou à estaca zero no Congresso e precisa de todo apoio possível. ​Aqui você entende porque é importante termos uma lei específica para os crimes de ódio contra LGBTs.

5. Encontre grupos de militância que busquem formas de protestar e conquistar direitos LGBT.

Facebook: arevoltadalampada

Além da ABGLT, Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, que atua em esfera nacional, organizações atuam em regiões específicas como a Revolta da Lâmpada em São Paulo, Grupo Arco-Íris no Rio de Janeiro, o Grupo Gay da Bahia em Salvador, o Instituto Papai em Recife.

9. Cobre autores e redatores de novelas, programas e filmes por personagens LGBTs.

Divulgação / TV Globo

Por que representatividade importa -- e você entende melhor nessa entrevista. Muitos autores tem redes sociais e você também pode buscar os contatos de atendimento ao público das emissoras.

10. Não diminua a luta de quem é oprimido, não diga que é mimimi, não afirme que é vitimismo.

Instagram: @pamelacoto_

A vida de um LGBT é repleta de ofensas e agressões desde a infância. Sente, converse, entenda: essa é uma das melhores forma de você não continuar reproduzindo a homofobia na sua vida.