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17 mulheres LGBTQ fodonas da história que você deveria conhecer

Todo mundo deveria conhecer a drag king Gladys Bentley, da década de 30.

publicado

1. Tallulah Bankhead (1902–68):

Tallulah Bankhead foi uma atriz americana bissexual que se relacionou com Greta Garbo, Billie Holiday e Marlene Dietrich. Em 1933, Bankhead quase morreu devido a uma histerectomia para curar uma IST (Infecção Sexualmente Transmissível). Ao se recuperar, ela disse ao médico: "Não pense que isso me ensinou alguma lição".
en.wikipedia.org / Creative Commons

Tallulah Bankhead foi uma atriz americana bissexual que se relacionou com Greta Garbo, Billie Holiday e Marlene Dietrich. Em 1933, Bankhead quase morreu devido a uma histerectomia para curar uma IST (Infecção Sexualmente Transmissível). Ao se recuperar, ela disse ao médico: "Não pense que isso me ensinou alguma lição".

2. Anne Lister (1791–1840):

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BBC

A latifundiária britânica manteve diversos diários sobre sua vida pessoal. Seu primeiro relacionamento foi com uma colega de escola chamada Eliza Raine, seguido de um caso com outra colega chamada Mariana Belcombe. Depois, ela se casou (mesmo que sem reconhecimento legal) com uma herdeira rica chamada Ann Walker, o que causou furor na sociedade da época. No entanto, ambas eram muito ricas, então podiam fazer o que bem entendessem.

3. Gladys Bentley (1907–60):

Gladys Bentley foi uma cantora de blues durante a Renascença do Harlem (EUA) entre as décadas de 20 e 30. Ela se apresentava no palco como drag king. A apresentação dela envolvia inventar as próprias letras (em versão obscena) para músicas populares e cantar para as mulheres do público com uma voz sexy e grave.
en.wikipedia.org / Creative Commons

Gladys Bentley foi uma cantora de blues durante a Renascença do Harlem (EUA) entre as décadas de 20 e 30. Ela se apresentava no palco como drag king. A apresentação dela envolvia inventar as próprias letras (em versão obscena) para músicas populares e cantar para as mulheres do público com uma voz sexy e grave.

4. Hannah Snell (1723–92):

Depois de ser abandonada pelo marido, Snell se disfarçou de homem e serviu a Marinha Britânica de 1745 a 1750. Enquanto estava em Carlisle a trabalho, pediram para que ela encontrasse uma prostituta para atender seu chefe. No entanto, foi ela que acabou se envolvendo com a mulher em questão. Segundo dizem, ela também transou com um monte de mulheres em Lisboa, quando fez uma parada em um porto de lá.
en.wikipedia.org / Creative Commons

Depois de ser abandonada pelo marido, Snell se disfarçou de homem e serviu a Marinha Britânica de 1745 a 1750. Enquanto estava em Carlisle a trabalho, pediram para que ela encontrasse uma prostituta para atender seu chefe. No entanto, foi ela que acabou se envolvendo com a mulher em questão. Segundo dizem, ela também transou com um monte de mulheres em Lisboa, quando fez uma parada em um porto de lá.

5. Marion Barbara "Joe" Carstairs (1900–93):

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Joe Carstairs era a filha britânica de uma herdeira americana muito rica. Nascida em Mayfair em 1903, ela usou seu dinheiro para financiar uma carreira de pilota de lanchas, reconhecida mundialmente. Ela era abertamente lésbica, usava roupas masculinas e namorou Dolly Wilde, sobrinha de Oscar Wilde. Ela também teve casos com Greta Garbo, Marlene Dietrich e nossa querida amiga Tallulah Bankhead.

6. Alla Nazimova (1879–1945):

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Alla Nazimova foi uma estrela do cinema mudo e do teatro que assumia abertamente seus relacionamentos com mulheres. Ela dava festas extravagantes e sexuais na sua mansão em Sunset Boulevard e cunhou o bordão "círculo de costura" para descrever as mulheres lésbicas e bissexuais de Hollywood, com as quais teve muitos casos. Ela viveu com a atriz Glesca Marshall de 1929 até sua morte.

7. Ruth Ellis (1899–2000):

Ruth Ellis, que morreu aos 100 anos de idade, saiu do armário aos 16, formou-se no ensino médio e, mesmo com as dificuldades, abriu uma gráfica bem-sucedida. Ela conheceu sua parceira de 30 anos, Ceciline, na década de 1920, e a casa delas em Detroit (EUA) se tornou um refúgio para gays e lésbicas negros.
en.wikipedia.org / Creative Commons

Ruth Ellis, que morreu aos 100 anos de idade, saiu do armário aos 16, formou-se no ensino médio e, mesmo com as dificuldades, abriu uma gráfica bem-sucedida. Ela conheceu sua parceira de 30 anos, Ceciline, na década de 1920, e a casa delas em Detroit (EUA) se tornou um refúgio para gays e lésbicas negros.

8. Natalie Clifford Barney (1876–1972):

Dramaturga americana que viveu em Paris, Barney era contra a monogamia. Ela se relacionou com algumas das mulheres mais famosas da época, incluindo a escritora Élisabeth de Gramont, (conhecida como Duquesa de Clermont-Tonnerre) e, mais uma vez, Dolly Wilde, sobrinha de Oscar Wilde.
en.wikipedia.org / Creative Commons

Dramaturga americana que viveu em Paris, Barney era contra a monogamia. Ela se relacionou com algumas das mulheres mais famosas da época, incluindo a escritora Élisabeth de Gramont, (conhecida como Duquesa de Clermont-Tonnerre) e, mais uma vez, Dolly Wilde, sobrinha de Oscar Wilde.

9. Vita Sackville-West (1892 – 1962):

Embora seja provavelmente mais lembrada pelo seu caso com Virgina Woolf, a poeta inglesa Vita Sackville-West teve um relacionamento ainda mais fervoroso com sua amiga Violet Trefusis, documentado em uma série de cartas apaixonadas entre as duas. Elas fugiram diversas vezes, uma vez para Paris, e criaram certo escândalo na época.
commons.wikimedia.org / Creative Commons

Embora seja provavelmente mais lembrada pelo seu caso com Virgina Woolf, a poeta inglesa Vita Sackville-West teve um relacionamento ainda mais fervoroso com sua amiga Violet Trefusis, documentado em uma série de cartas apaixonadas entre as duas. Elas fugiram diversas vezes, uma vez para Paris, e criaram certo escândalo na época.

10. Cha-U-Kao (?):

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Essa comediante parisiense se apresentava regularmente no Moulin Rouge na década de 1890. Ela era o tema favorito de Henri Toulouse-Lautrec, que pintou diversas cenas mostrando Cha-U-Kao com suas amantes. Segundo dizem, ele era fascinado pela autoconfiança dela, por ela ser tão aberta quanto a sua homossexualidade e por sua decisão de escolher uma profissão masculina (de palhaço).

11. Roberta Cowell (1918–2011):

Roberta Cowell pilotou um caça na Segunda Guerra e um carro de corrida no Gran Prix. Mulher trans, tornou-se (em 1951) uma das primeiras pessoas a passar pela cirurgia de afirmação de gênero. Depois do procedimento, ela foi proibida de competir no Gran Prix, mas continuou em corridas de motocicleta, ganhando o Shelsley Walsh Speed Hill Climb de 1957.
en.wikipedia.org / Creative Commons

Roberta Cowell pilotou um caça na Segunda Guerra e um carro de corrida no Gran Prix. Mulher trans, tornou-se (em 1951) uma das primeiras pessoas a passar pela cirurgia de afirmação de gênero. Depois do procedimento, ela foi proibida de competir no Gran Prix, mas continuou em corridas de motocicleta, ganhando o Shelsley Walsh Speed Hill Climb de 1957.

12. As senhoras de Llangollen (1739–1831):

As senhoras de Llangollen foram duas amantes aristocratas irlandesas, chamadas Eleanor Butler e Sarah Ponsonby, que fugiram de suas casas quando eram adolescentes. Juntas, elas se mudaram para uma mansão galesa e voltaram suas vidas para o estudo acadêmico e a jardinagem. A fama delas se espalhou rapidamente e elas recebiam visitas de escritores como Byron e Shelley, assim como Anne Lister.
Wellcome Library, London / Creative Commons

As senhoras de Llangollen foram duas amantes aristocratas irlandesas, chamadas Eleanor Butler e Sarah Ponsonby, que fugiram de suas casas quando eram adolescentes. Juntas, elas se mudaram para uma mansão galesa e voltaram suas vidas para o estudo acadêmico e a jardinagem. A fama delas se espalhou rapidamente e elas recebiam visitas de escritores como Byron e Shelley, assim como Anne Lister.

13. Audre Lorde (1934–92):

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ROBERT ALEXANDER / GETTY

Audre Lorde foi uma escritora americana, ativista dos direitos civis e lésbica fodona que trabalhou para confrontar os problemas de racismo durante o movimento feminista. Ela sempre foi muito sincera em seus discursos e não tinha medo de entrar em discussões com feministas brancas notáveis da época, o que fez com que ela ganhasse fama de forasteira ao movimento. No entanto, ela se recusou a ficar calada e jamais desistiu.

14. Mary Benson (1841–1918):

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Mary Benson foi uma famosa anfitriã e queridinha da alta sociedade que se casou com o arcebispo de Canterbury. Ela também manteve diversos casos com mulheres, incluindo um relacionamento de quatro anos com uma bela e jovem compositora chamada Ethel Smyth que (OLHA O DRAMA) também estava namorando a filha de Benson, Nellie. Mas Benson acabou se afastando em favor à filha. Que mãe legal, né?

15. Jane Addams (1860–1935):

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Jane Addams foi uma figura muito influente no movimento sufragista dos EUA. Ela também se envolveu romanticamente com diversas mulheres ao longo da vida, notavelmente com Mary Rozet Smith (na foto acima, à esquerda), com quem morava. Elas trocavam cartas toda vez que estavam longe uma da outra, e as mensagens mostram como elas eram felizes casadas.

16. Lady Una Troubridge (1887–1963):

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Una Troubridge era a namorada igualmente talentosa da famosa escritora Radclyffe Hall. Hall namorava a tia de Troubridge, Mabel Batton, quando se conheceram. Após a morte de Batton, elas começaram a se relacionar e moraram juntas até a morte de Hall, em 1943, mesmo com o drama que assolou a vida delas em 1934, quando Hall teve um caso com uma enfermeira russa chamada Evgenia Souline.

17. Mercedes de Acosta (1893–1968):

Mercedes de Acosta foi uma poeta e novelista espanhola/cubana-americana mais conhecida por seu caso tempestuoso, apaixonado e dramático com Greta Garbo. De Acosta também manteve muitos casos em Hollywood durante a era do cinema mudo, se envolvendo, por exemplo, com a bailarina russa Tamara Karsavina. Dizem que uma declaração comum dela era: "Eu consigo afastar qualquer mulher de qualquer homem".
en.wikipedia.org / Creative Commons

Mercedes de Acosta foi uma poeta e novelista espanhola/cubana-americana mais conhecida por seu caso tempestuoso, apaixonado e dramático com Greta Garbo. De Acosta também manteve muitos casos em Hollywood durante a era do cinema mudo, se envolvendo, por exemplo, com a bailarina russa Tamara Karsavina. Dizem que uma declaração comum dela era: "Eu consigo afastar qualquer mulher de qualquer homem".

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Este post foi traduzido do inglês.

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