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18 histórias de mansplaining tão ridículas que chegam quase a ser engraçadas

"Ele tentou me explicar a aparência, a função e a finalidade de um sutiã push-up."

publicado

Pedimos às mulheres do BuzzFeed Community quais foram as situações mais ridículas de mansplaining (quando homens tentam explicar algum assunto a mulheres como se elas fossem estúpidas) que elas já passaram. Essas foram algumas das respostas que recebemos:

Observação: As respostas enviadas foram editadas por questões de espaço e/ou clareza.

1. O linguista:

Uma vez um taxista tentou me convencer por quase 20 minutos que o idioma oficial do Chile era o francês.

Eu sou chilena. Nosso idioma é o espanhol.

—Pamela Cataldo, Facebook

2. O árbitro:

Um colega de trabalho tentou me explicar uma vez que as faltas não contam como strikes no beisebol. Como sou uma grande fã de beisebol, eu desmenti isso — os primeiros 2 strikes podem partir de faltas, você apenas não pode receber um strikeout devido a uma falta. Ele continuou a argumentar que estava certo, porque ele assistia beisebol desde criança e já trabalhou como técnico. A discussão só terminou quando eu finalmente mostrei a regra completa da falta de strike no meu celular.

— Kayla Savard, Facebook

3. O vendedor da Victoria's Secret:

Um ex-amigo tentou me explicar a aparência, a função e a finalidade de um sutiã push-up.

—Amanda Ross, Facebook

4. O Casanova:

Dois caras diferentes me contaram o que eu deveria fazer para chegar ao orgasmo enquanto fazíamos sexo. Um deles literalmente me disse para "treinar" durante a semana para compreender melhor o que me bloqueava – como se eu não tivesse uma boa ideia daquilo, já que aquele era MEU CORPO. Ele não se ofereceu para treinar ele mesmo ou ouviu as dicas que lhe dei. Como resolvi isso? Fazendo sexo com outras pessoas, pessoas melhores.

—Missy Hall, Facebook

5. O coelhinho da Duracell:

Um homem me mostrou como colocar pilhas em um compartimento de bateria, descrevendo exatamente como posicioná-las e como remover o plástico depois. Eu tenho 22 anos. Eu já construí um barco sozinha.

—Katie Howard, Facebook

6. O especialista em gravidez.

Estou grávida. Uma amiga me perguntou como eu estava me sentindo, e respondi que tinha enjoos matinais. Então o namorado dela entrou na conversa e disse que náuseas durante a gravidez são "simplesmente psicossomáticas". Ele também me informou que o cérebro de uma grávida utiliza um artifício para que elas recebam mais atenção e simpatia. Quanta elegância.

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7. O único fã de "Breaking Bad":

Um cara entrou na loja em que trabalho com uma camiseta dos Los Pollos Hermanos. Eu tinha feito uma maratona de "Breaking Bad" na semana anterior e disse a ele que tinha gostado da camiseta. Foi quando ele suspirou profundamente, disse: “Não, acho que você não sacou. A camiseta é de uma série de TV", virou os olhos e saiu andando.

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8. O advogado:

Eu estava em uma festa e um dos organizadores começou a conversar comigo. Nós estávamos falando sobre trabalho e ele começou a reclamar do estresse na área jurídica. Ele não trabalha na área nem em nada relacionado a isso. Ele nunca me perguntou o que eu fazia da vida, e seu monólogo não me deu chance para que eu contribuísse com a conversa. Eu sou formada em direito e venho exercendo a profissão há dois anos.

A festa foi organizada por um amigo meu, que é advogado, para comemorar o aniversário de outro amigo, que também é advogado. O fato de que eu também poderia ser uma advogada e, portanto, saber mais sobre a área do que ele, nunca passou por sua cabeça.

— Angelica Bailey, Facebook

9. O médico:

Eu já tive alguns ex-namorados que tentaram me explicar como usar meus métodos anticoncepcionais e como eles funcionam no meu corpo. "MEU DEUS, você não pode pular as pílulas brancas no final da cartela e começar uma nova porque pode ficar grávida!" Não mesmo, obrigada, mas estou feliz que você é um médico que sabe como prescrever e utilizar diversos métodos anticoncepcionais!

— Cori Ayers, Facebook

10. O especialista em diversidade:

Eu dou aula de diversidade e inclusão para empresas. Durante as aulas, eu menciono uma famoso caso de estudo realizado pela Harvard Business School. Em uma aula recente, um homem tentou duvidar do caso de estudo. Quando eu disse, "Então você está me falando que sabe mais do que os especialistas da Harvard Business School? Você sabe mais do que os especialistas da Harvard?". Ele então começou a explicar porque eu não era qualificada para avaliar se o caso de estudo era válido ou não. MAS QUE PORRA É ESSA? Esse é o meu trabalho, eu sou uma especialista em diversidade e inclusão e sou paga para ensinar isso.

—Deanna Starnes, Facebook

11. O nerd de mentira:

Eu tenho uma pequena coleção de broches em minha mochila, incluindo um monte do Star Trek. Certo dia, após a aula, um cara veio me encher falando sobre como meus broches do Star Trek eram "errados", porque o de engenharia era vermelho e o de comando era amarelo. Ele disse que as cores "corretas" eram amarelo para engenharia e vermelho para comando. Ele continuou dando um sermão falando sobre garotas que fingem gostar de assuntos da cultura nerd antes que eu pudesse redirecionar a palavra e corrigi-lo. A Nova Geração introduziu as cores amarela para engenharia e vermelha para comando, enquanto na série original a cor vermelha era usada para engenharia/segurança, explicando minha camiseta vermelha. Quem que é o nerd de araque agora?

—Kiley Cloud, Facebook

12. O embaixador da marca Tampax:

Eu estava explicando que precisava tomar um medicamento para reduzir a quantidade de sangue que eu perco durante a menstruação, e um cara disse: "Você não precisa de remédio para isso! Você só precisa de absorventes internos!"

Eu tentei explicar que absorventes internos não ajudavam, mas ele insistiu em me dizer que eles impediriam o sangue de sair, "como se fossem uma tampa!". Eu fiquei admirada por ele pensar que isso realmente fosse verdade. E sim, depois eu contei a ele que os absorventes internos encharcam de sangue e não previnem que a menstruação ocorra.

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13. O músico.

Eu estava comprando um novo jogo de cordas de violino em uma loja de música, e o adolescente que trabalha no caixa gastou vários minutos me ensinando como trocar a corda do instrumento.

Eu sou graduada em música com habilitação em violino. Eu toco violino há 20 anos. Acho que nem preciso dizer que sei como trocar uma corda.

—Sam Rose, Facebook

14. O professor:

MINHA tese de mestrado. Ele tentou me explicar MINHA própria tese de mestrado.

—Stephanie Higgs, Facebook

15. O pai.

Eu trabalhava como analista de marketing e merchandising em um grande varejista. Nós estávamos em uma reunião da equipe discutindo se itens como absorventes deveriam ser colocados em displays promocionais nas nossas lojas ou se esses não eram os tipos de itens que ficariam bem nesses espaços. As outras mulheres e eu começamos a explicar ao resto da equipe como nós comprávamos absorventes — usando tanto a nossa própria experiência pessoal como consumidoras quanto dados de clientes de nosso banco de dados. Nós fomos então duramente repreendidas por Kyle, o chefe idiota da equipe e rei do mansplaining, dizendo: "Escuta, não é assim que as mulheres compram absorventes, entenderam? Eu sei como as mulheres compram absorventes". Ele então seguiu em frente com sua teoria sem sentido sobre como as mulheres compram absorventes enquanto todas as mulheres na sala estavam mortas por dentro.

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16. O mestre-cuca:

Um aluno da escola de culinária (que ostentava um coque) me explicou com uma voz muito pretensiosa que filés são "carne de mulher", pois elas não ligariam para o sabor, apenas não queriam lidar com ossos. e são nos ossos que o sabor se encontra. Eu contei a ele que um restaurante de carnes e sushi perto de casa tinha a bisteca mais deliciosa que já comi. E então saí andando. Mas que cara de coque babaca.

—Erica Sloan, Facebook

17. O leitor maduro:

Eu fazia parte de um grupo de escritores. Havia um cara que sempre fazia tudo nas coxas — ele nunca completava a história de alguém ou fornecia uma boa avaliação sobre algo.

Eu escrevi um conto onde o personagem principal usava um revólver calibre 22. Ele me disse que os revólveres estavam "ultrapassados" e eram uma "tecnologia obsoleta", além de me falar que a história seria mais plausível se o personagem usasse uma pistola automática.

O personagem estava fazendo roleta russa.

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18. O homem que explicou o mansplaining fazendo mansplaining:

Uma noite meu marido estava me contando uma história "horrível" sobre um incidente com mansplaining que ocorreu em seu trabalho. Baseado em sua descrição, eu não creio que tenha sido mansplaining. Até que uma hora ele disse, "você sabe o que é mansplaining, não sabe?" E prosseguiu dizendo a definição para mim. A ironia do momento foi deliciosa e completamente despercebida por ele.

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