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18 vezes em que Paola Carosella te surpreendeu

Contém aulas de gastronomia, ativismo e bom humor.

publicado

1. Quando ela riu de si mesma com essa montagem.

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4. Quando usou seu Twitter para denunciar pedofilia e homofobia.

Pedofilia é crime. Denuncie. Denuncie. Denuncie. Denuncie. Denuncie. Denuncie. Denuncie. Disque 100 Grite Acenda a luz na cara deles

Homofobía é crime. Denuncie. Vamos perder o medo, quem tem que ter medo são eles. Luz na cara deles. queremos ver a cara deles, cobardes.

5. Nesta dica básica de gastronomia.

Coma coisas feitas por pessoas e não por máquinas

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8. No dia em que ela cozinhou para os estudantes da escola Fernão Dias, durante as ocupações de 2015.

Facebook: OcupaFernao
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10. Quando mostrou aos estudantes de São Paulo como cobrar algo do governo.

youtube.com

"Fala com a merendeira, pergunta quanto ela ganha, pergunta se ela recebeu salário e pergunta se ela tem treinamento", disse Paola. Veja o debate completo aqui.

11. Nesta entrevista, quando declarou que comida gourmet nem sempre é uma boa ideia.

Twitter: @realitysocial

Em entrevista à Folha de S. Paulo ela afirmou que: "Hoje, parece que tudo o que é "gourmet" é melhor. E não é. Muito do que é chamado assim é normal. Só tem um pouco de 'fififi' na fachada da loja – investem mais em embalagem e propaganda do que no conteúdo. É perigosa esta mensagem de que apenas o sofisticado é bom".

12. Quando ela deixou claro que cozinhar pode ser algo político e mostrou como ajuda uma cooperativa.

instagram.com

Os legumes e verduras usados no Arturito são fornecidos pela cooperativa de agricultores Cooperapas, que fica no bairro de Parelheiros, extremo sul de São Paulo.

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tava pensando q todos os que insultam a Gleice deveriam fazer lo na cara dela. assim de frente olhando no olho. justicieros das redes socias

Este post aconteceu após a eliminação da participante Gleice.

17. Quando ela contou como foi assediada quando criança em um ônibus na Argentina para a campanha #meuprimeiroassédio.

Twitter: @realitysocial

"Tinha 11 ou 12 anos e estava num ônibus na Argentina indo para a escola. Um homem colou em mim e começou a se masturbar. Tentei achar um espaço para fugir, mas ele bloqueava todos os meus movimentos com o corpo. Lembro do medo de que as pessoas olhassem para mim como se a culpa fosse minha. Quando consegui força e coragem, empurrei ele e desci do ônibus. Não conseguia andar. Minhas pernas tremiam. Nunca contei isso a ninguém, pois a sensação era de vergonha, como se a culpa fosse minha".

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