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18 vezes em que Paola Carosella te surpreendeu

Contém aulas de gastronomia, ativismo e bom humor.

publicado

1. Quando ela riu de si mesma com essa montagem.

2. No dia em que ela dançou com a galerinha do MasterChef Kids.

Reprodução Band / Via casa.abril.com.br

3. Quando ela mudou seu penteado em rede nacional.

youtube.com

Isso aconteceu quando as crianças tinham de fazer um chantili no ponto certo.

4. Quando usou seu Twitter para denunciar pedofilia e homofobia.

Pedofilia é crime. Denuncie. Denuncie. Denuncie. Denuncie. Denuncie. Denuncie. Denuncie. Disque 100 Grite Acenda a luz na cara deles

Homofobía é crime. Denuncie. Vamos perder o medo, quem tem que ter medo são eles. Luz na cara deles. queremos ver a cara deles, cobardes.

5. Nesta dica básica de gastronomia.

Coma coisas feitas por pessoas e não por máquinas

6. Na vez em que ela tomou um olé do garçom no próprio restaurante durante uma entrevista.

UOL / Via youtube.com

"Eu vou pedir o cardápio".

"Eu mesma vou buscar o cardápio".

UOL / Via youtube.com

- "Você é sempre ignorada pelos seus garçons?" - "Sempre".

UOL / Via youtube.com

7. Nesta explicação sobre o que faltava no prato de um participante do MasterChef.

Reprodução Band / Via dopratododia.blogspot.com.br

8. No dia em que ela cozinhou para os estudantes da escola Fernão Dias, durante as ocupações de 2015.

Facebook: OcupaFernao

9. Toda vez que ela é extremamente sincera com os participantes do MasterChef.

10. Quando mostrou aos estudantes de São Paulo como cobrar algo do governo.

"Fala com a merendeira, pergunta quanto ela ganha, pergunta se ela recebeu salário e pergunta se ela tem treinamento", disse Paola. Veja o debate completo aqui.
youtube.com

"Fala com a merendeira, pergunta quanto ela ganha, pergunta se ela recebeu salário e pergunta se ela tem treinamento", disse Paola. Veja o debate completo aqui.

11. Nesta entrevista, quando declarou que comida gourmet nem sempre é uma boa ideia.

Em entrevista à Folha de S. Paulo ela afirmou que: "Hoje, parece que tudo o que é "gourmet" é melhor. E não é. Muito do que é chamado assim é normal. Só tem um pouco de 'fififi' na fachada da loja – investem mais em embalagem e propaganda do que no conteúdo. É perigosa esta mensagem de que apenas o sofisticado é bom".
Twitter: @realitysocial

Em entrevista à Folha de S. Paulo ela afirmou que: "Hoje, parece que tudo o que é "gourmet" é melhor. E não é. Muito do que é chamado assim é normal. Só tem um pouco de 'fififi' na fachada da loja – investem mais em embalagem e propaganda do que no conteúdo. É perigosa esta mensagem de que apenas o sofisticado é bom".

12. Quando ela deixou claro que cozinhar pode ser algo político e mostrou como ajuda uma cooperativa.

Os legumes e verduras usados no Arturito são fornecidos pela cooperativa de agricultores Cooperapas, que fica no bairro de Parelheiros, extremo sul de São Paulo.
instagram.com

Os legumes e verduras usados no Arturito são fornecidos pela cooperativa de agricultores Cooperapas, que fica no bairro de Parelheiros, extremo sul de São Paulo.

13. Quando ela não esconde as emoções e chora no programa.

O que faz todo mundo pensar exatamente isso.

14. Estes olhares.

Reprodução Band / Via tompero.tumblr.com
Reprodução Band / Via tompero.tumblr.com
Reprodução Band / Via tompero.tumblr.com

15. Na vez em que fez uma maravilhosa receita de molho de tomate neste vídeo.

youtube.com

Além de aprender a fazer o molho, você descobre a hora certa de colocar cebola e alho na panela.

16. Na vez em que deu uma lição para o pessoal das redes sociais que só sabe criticar.

tava pensando q todos os que insultam a Gleice deveriam fazer lo na cara dela. assim de frente olhando no olho. justicieros das redes socias

Este post aconteceu após a eliminação da participante Gleice.

17. Quando ela contou como foi assediada quando criança em um ônibus na Argentina para a campanha #meuprimeiroassédio.

"Tinha 11 ou 12 anos e estava num ônibus na Argentina indo para a escola. Um homem colou em mim e começou a se masturbar. Tentei achar um espaço para fugir, mas ele bloqueava todos os meus movimentos com o corpo. Lembro do medo de que as pessoas olhassem para mim como se a culpa fosse minha. Quando consegui força e coragem, empurrei ele e desci do ônibus. Não conseguia andar. Minhas pernas tremiam. Nunca contei isso a ninguém, pois a sensação era de vergonha, como se a culpa fosse minha".
Twitter: @realitysocial

"Tinha 11 ou 12 anos e estava num ônibus na Argentina indo para a escola. Um homem colou em mim e começou a se masturbar. Tentei achar um espaço para fugir, mas ele bloqueava todos os meus movimentos com o corpo. Lembro do medo de que as pessoas olhassem para mim como se a culpa fosse minha. Quando consegui força e coragem, empurrei ele e desci do ônibus. Não conseguia andar. Minhas pernas tremiam. Nunca contei isso a ninguém, pois a sensação era de vergonha, como se a culpa fosse minha".

18. E quando participou de um protesto contra a cultura do estupro, em São Paulo.

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