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22 fatos sobre a Família Imperial Brasileira

Eles adoram: o Fluminense e fotografia. Eles odeiam: partidos monárquicos.

publicado

2. Eles ainda têm nomes enooormes, como Amélia Maria de Fátima Josefa Antônia Miguela Gabriela Rafaela Gonzaga de Orléans e Bragança.

3. Caso a monarquia volte a ser o regime de governo brasileiro, este seria o imperador: D. Luiz de Orleans e Bragança, trineto de D. Pedro II e bisneto da Princesa Isabel.

5. Se virasse imperador, D. Luiz governaria como "Sua Majestade Imperial, Dom Luiz I, Por Graça de Deus, e Unânime Aclamação dos Povos, Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil".

6. D. Luiz é ligado à TFP, a Sociedade de Defesa da Tradição, Família e Propriedade.

Facebook: promonarquia

Há quem diga que Sua Alteza Imperial Real não se casou devido a seu envolvimento com a organização católica ultra-conservadora – e não se casar, ou melhor, não deixar descendência, é sempre um problema para famílias imperiais.

8. O pai deles, D. Pedro Henrique de Orleans e Bragança, nasceu na França, no exílio da família real, mas foi batizado com água levada do chafariz do Largo da Carioca.

9. Em 1993, o Brasil fez um plebiscito para definir a forma e o sistema de governo. Foi a última chance que a monarquia teve de voltar, mas menos de 11% das pessoas votaram nessa opção.

Reprodução

A gente continuou exatamente como antes: em uma república presidencialista.

15. Paola é a princesa mais popular da dinastia brasileira. Ela é do Ramo de Petrópolis e trabalha como designer e modelo.

Instagram: @paolamaria

E faz foto com filtro do Snapchat.

16. A família imperial tem um hobby que perdura há várias gerações: a fotografia. D. Pedro II se tornou um dos primeiros fotógrafos brasileiros ao adquirir um daguerreótipo em 1840.

Segundo a biografia de D. Luiz, S.A.R., ele também é um entusiasta da fotografia.

18. Existem dois ramos dinásticos que brigam pela sucessão para o caso de o Brasil voltar a ser uma monarquia.

Os dois príncipes acima são filhos da Princesa Isabel. Pedro de Alcântara, o primeiro, foi forçado pela mãe a renunciar quando se casou com uma condessa tcheca que não pertencia a nenhuma dinastia. Os descendentes dele formaram o Ramo de Petrópolis.

Luis Felipe, o segundo, tomou o lugar do irmão na linha sucessória e seus descendentes formaram o Ramo de Vassouras – ao qual pertence D. Luiz.

19. Até hoje, quem compra ou vende um imóvel em Petrópolis (RJ) paga uma taxa aos herdeiros da família real.

comshalom.org

Existe um imposto chamado laudêmio (de 2,5% sobre o preço de mercado do imóvel), também conhecido como "imposto do príncipe". Ele se aplica aos imóveis na cidade de Petrópolis.

20. Eles brigam há 120 anos pelo Palácio Guanabara – no caso, sede do governo do Rio.

pt.wikipedia.org

Até 1889 quem morava no palácio era a própria princesa Isabel. Mas logo veio a proclamação da República e o imóvel virou bem do Governo Federal em 1891. Quatro anos depois a princesa entrou com o primeiro recurso para tentar reaver o palácio. Quem toca o processo hoje é Dom Alberto de Orleans e Bragança.

21. Esta é a bandeira imperial, ainda usada por movimentos pró-monarquia.

Facebook: promonarquia

A base é parecida com a nossa bandeira atual: o losango amarelo representa a Casa de Habsburgo (Dona Leopoldina) e o retângulo verde representa a Casa de Bragança (Dom Pedro I). Ao centro, um brasão imperial sob uma coroa, cercado por um ramo de café e um de tabaco (duas riquezas do império).

22. A família imperial brasileira é CONTRA a criação de um partido monarquista.

Wikicommons / Via pt.wikipedia.org

No site oficial da Casa Imperial do Brasil está o seguinte comunicado, publicado em 2013:

"PRÓ MONARQUIA comunica que o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil — e com ele seus irmãos e imediatos sucessores dinásticos Dom Bertrand e Dom Antônio — não promove, e nem mesmo apoia, a formação de um partido político monarquista. (...) O movimento monárquico deve ser, necessariamente, suprapartidário."

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