14 de set de 2016

    22 fatos sobre a Família Imperial Brasileira

    Eles adoram: o Fluminense e fotografia. Eles odeiam: partidos monárquicos.

    by ,

    1. A maioria dos descendentes da Princesa Isabel torcem pelo Fluminense.

    Wikicommons/BuzzFeed

    Foi o que 16 dos 30 trinetos da princesa, reunidos por uma revista, declararam em 2008.

    2. Eles ainda têm nomes enooormes, como Amélia Maria de Fátima Josefa Antônia Miguela Gabriela Rafaela Gonzaga de Orléans e Bragança.

    br.pinterest.com

    No caso, a Princesa de Orleans e Bragança, aqui vista em seu casamento com um nobre escocês.

    3. Caso a monarquia volte a ser o regime de governo brasileiro, este seria o imperador: D. Luiz de Orleans e Bragança, trineto de D. Pedro II e bisneto da Princesa Isabel.

    Wikicommons

    Ele é o atual chefe da Casa Imperial do Brasil.

    4. D. Luiz nasceu na França e chegou ao Brasil em 1945.

    Globo

    5. Se virasse imperador, D. Luiz governaria como "Sua Majestade Imperial, Dom Luiz I, Por Graça de Deus, e Unânime Aclamação dos Povos, Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil".

    Facebook: promonarquia

    Esse é o título determinado pela Constituição de 1824 e usado pelos imperadores do Brasil.

    6. D. Luiz é ligado à TFP, a Sociedade de Defesa da Tradição, Família e Propriedade.

    Facebook: promonarquia

    Há quem diga que Sua Alteza Imperial Real não se casou devido a seu envolvimento com a organização católica ultra-conservadora – e não se casar, ou melhor, não deixar descendência, é sempre um problema para famílias imperiais.

    7. D. Luiz é irmão de D. Bertrand e ambos dividem uma casa no Pacaembu, em São Paulo.

    8. O pai deles, D. Pedro Henrique de Orleans e Bragança, nasceu na França, no exílio da família real, mas foi batizado com água levada do chafariz do Largo da Carioca.

    Reprodução

    Quem conta é o próprio D. Luiz de Orleans e Bragança, em sua Carta aos Constituintes de 1987.

    9. Em 1993, o Brasil fez um plebiscito para definir a forma e o sistema de governo. Foi a última chance que a monarquia teve de voltar, mas menos de 11% das pessoas votaram nessa opção.

    Reprodução

    A gente continuou exatamente como antes: em uma república presidencialista.

    10. Há 23 pessoas na linha de sucessão ao trono imperial brasileiro. Dez delas são mulheres.

    br.pinterest.com

    Na foto acima, de 1962, a família imperial aparece reunida com Dona Maria e Dom Pedro Henrique.

    11. Um dos príncipes na linha de sucessão, D. Pedro Luiz morreu no acidente de avião do voo 447, da Air France, em 31 de maio de 2009.

    Wikicommons
    Reprodução

    12. Também há os que renunciaram à sucessão, como D. Alberto de Orleans e Bragança, advogado de fusões que já trabalhou para empresas como Bradesco.

    13. Tem 37 princesas no Brasil.

    Reprodução

    14. Entre elas, a princesa Maria Cristina de Orleans e Bragança – que tem 26 anos, é escritora e tem síndrome de Down.

    Reprodução / Via youtube.com

    15. Paola é a princesa mais popular da dinastia brasileira. Ela é do Ramo de Petrópolis e trabalha como designer e modelo.

    16. A família imperial tem um hobby que perdura há várias gerações: a fotografia. D. Pedro II se tornou um dos primeiros fotógrafos brasileiros ao adquirir um daguerreótipo em 1840.

    Reprodução
    Reprodução

    Segundo a biografia de D. Luiz, S.A.R., ele também é um entusiasta da fotografia.

    17. E João Henrique de Orleans e Bragança é fotógrafo profissional.

    Thiago Barros / Via Facebook: 112406978938291

    18. Existem dois ramos dinásticos que brigam pela sucessão para o caso de o Brasil voltar a ser uma monarquia.

    Wikicommons
    Wikicommons

    Os dois príncipes acima são filhos da Princesa Isabel. Pedro de Alcântara, o primeiro, foi forçado pela mãe a renunciar quando se casou com uma condessa tcheca que não pertencia a nenhuma dinastia. Os descendentes dele formaram o Ramo de Petrópolis.

    Luis Felipe, o segundo, tomou o lugar do irmão na linha sucessória e seus descendentes formaram o Ramo de Vassouras – ao qual pertence D. Luiz.

    19. Até hoje, quem compra ou vende um imóvel em Petrópolis (RJ) paga uma taxa aos herdeiros da família real.

    comshalom.org

    Existe um imposto chamado laudêmio (de 2,5% sobre o preço de mercado do imóvel), também conhecido como "imposto do príncipe". Ele se aplica aos imóveis na cidade de Petrópolis.

    20. Eles brigam há 120 anos pelo Palácio Guanabara – no caso, sede do governo do Rio.

    pt.wikipedia.org

    Até 1889 quem morava no palácio era a própria princesa Isabel. Mas logo veio a proclamação da República e o imóvel virou bem do Governo Federal em 1891. Quatro anos depois a princesa entrou com o primeiro recurso para tentar reaver o palácio. Quem toca o processo hoje é Dom Alberto de Orleans e Bragança.

    21. Esta é a bandeira imperial, ainda usada por movimentos pró-monarquia.

    Facebook: promonarquia

    A base é parecida com a nossa bandeira atual: o losango amarelo representa a Casa de Habsburgo (Dona Leopoldina) e o retângulo verde representa a Casa de Bragança (Dom Pedro I). Ao centro, um brasão imperial sob uma coroa, cercado por um ramo de café e um de tabaco (duas riquezas do império).

    22. A família imperial brasileira é CONTRA a criação de um partido monarquista.

    Wikicommons / Via pt.wikipedia.org

    No site oficial da Casa Imperial do Brasil está o seguinte comunicado, publicado em 2013:

    "PRÓ MONARQUIA comunica que o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil — e com ele seus irmãos e imediatos sucessores dinásticos Dom Bertrand e Dom Antônio — não promove, e nem mesmo apoia, a formação de um partido político monarquista. (...) O movimento monárquico deve ser, necessariamente, suprapartidário."

    Veja também:

    BuzzFeed Daily

    Keep up with the latest daily buzz with the BuzzFeed Daily newsletter!

    Newsletter signup form