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Este estudo mostrou que praticamente NADA mudou para as mulheres no cinema desde 1998

Nesta semana, a atriz Natalie Portman também revelou que recebeu um terço do salário pago a Ashton Kutcher para coestrelar o filme “Sexo Sem Compromisso”, de 2011.

publicado

Um novo estudo sugere que diretoras de cinema contratam muito mais mulheres para seus filmes do que diretores homens.

O Centro para Estudo de Mulheres na Televisão e no Cinema da Universidade Estadual de San Diego, EUA, constatou que, nos top 500 filmes de 2016 com ao menos uma diretora, 64% das roteiristas eram mulheres. Quando os filmes tinham apenas homens como diretores, somente 9% dos roteiristas eram mulheres. Filmes com ao menos uma diretora também tinham porcentagens mais altas de editoras, diretoras de fotografia e compositoras.

Martha Lauzen, que conduziu a pesquisa, disse que não é possível afirmar de forma categórica que diretores homens contratam menos mulheres para cargos nos bastidores, mas "a lógica sugere que o diretor seria o indivíduo (ou um dos indivíduos) com mais influência na seleção de um editor ou diretor de fotografia em um filme".

Em 2016, 35% dos top 250 filmes tinham uma ou nenhuma mulher trabalhando em um papel de liderança nos bastidores. Além disso, apenas 7% dos diretores dos filmes no top 250 eram mulheres. Essa porcentagem é ligeiramente inferior à de diretoras nos principais filmes de 1998.

Aqui estão algumas coisas que realmente mudaram desde 1998:

A desigualdade provavelmente também se estende aos salários pagos para as atrizes.

Nesta semana, a atriz Natalie Portman revelou em uma entrevista à revista “Marie Claire” britânica que recebeu um terço do que foi pago a Ashton Kutcher para estrelar o filme “Sexo Sem Compromisso”, de 2011. Naquele mesmo ano, a atriz ganhou um Oscar pelo seu papel em “Cisne Negro”.

Este post foi traduzido do inglês.

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