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Você consegue responder a 10 perguntas sobre a situação das mulheres nas universidades?

O QG do Saber faz um balanço da presença feminina no Ensino Superior brasileiro com base em dados e pesquisas. Você se arrisca a tentar acertar?

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  1. 14% das mulheres que ingressaram no Ensino Superior em 2012 escolheram campos relacionados à Ciência.

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    O dado foi divulgado pela Organização pela Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e leva em conta cursos nas áreas de Engenharia, Indústria e Construção, entre outros.

    O dado foi divulgado pela Organização pela Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e leva em conta cursos nas áreas de Engenharia, Indústria e Construção, entre outros.
  2. Dos 1220 ingressantes do CCET da UFS em 2016.1, apenas 420 eram mulheres.

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    No Centro de Ciências Exatas e Tecnologia (CCET) da Universidade Federal de Sergipe (UFS), que inclui cursos como Matemática, Física, Computação e Engenharias, apenas 390 mulheres ingressaram no primeiro semestre de 2016.

  3. Ao final do Ensino Médio, o número de meninas com desempenho adequado em Matemática é 5.5 pontos inferior ao de meninos.

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    O dado também é da OCDE, referente ao ano de 2012. De acordo com a cientista e física Márcia Barbosa, a causa desse índice é o fato de que “as meninas aprendem cedo que exatas e científicas não é assunto para elas”.

  4. Na área de Engenharia Mecânica, 83% dos profissionais são homens.

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    A porcentagem de homens é um pouco menor, mas ainda assim muito mais significativa do que a de mulheres: 79,4%. O dado é do Ministério do Trabalho referente a 2015.

  5. Entre o quadro de pesquisadores do CNPq, mulheres equivalem a 20% na Física e a 30% na Engenharia Elétrica.

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    Dados de 2015 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) mostram que mulheres são 20% entre os pesquisadores em Física e 13% entre os pesquisadores da Engenharia Elétrica.

  6. Só existem 27 creches universitárias federais em todo o Brasil para amparar as mães que estudam.

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    Até 2013, a Associação das Unidades Universitárias Federais de Educação Infantil (Anuufei) só reconhecia 19 creches universitárias em todo o país.

  7. Apenas em 2012, bolsistas do CNPq passaram a gozar de licença maternidade remunerada.

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    Antes de 2012, a bolsa da pesquisadora era cortada durante o período de licença.

  8. Mulheres chegam a ganhar 62% a menos do que os homens para os mesmos cargos, com a mesma escolaridade.

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    O dado é deste ano e foi divulgado em uma pesquisa da Catho. Entre oito funções, de estagiários a gerentes, as mulheres ganham menos em todas. A maior diferença é no cargo de consultor, no qual os homens recebem 62,5% a mais.

  9. As carreiras de Educação e Humanidades são as que oferecem as menores remunerações, e as com maior número de mulheres: elas são 72% e 69% nessas áreas, respectivamente.

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    Na Educação, as mulheres são 83%, enquanto nas Humanidades, são 74%. O dado é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2014.

  10. 67% das universitárias reconhecem ter sido vítimas de alguma agressão durante a vida acadêmica, na própria universidade.

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    O dado foi divulgado em 2015 pelo Instituto Avon. A mesma pesquisa diz que 46% dos universitários conhecem casos de alunas que sofreram violência sexual dentro do espaço da universidade.

    O dado foi divulgado em 2015 pelo Instituto Avon. A mesma pesquisa diz que 46% dos universitários conhecem casos de alunas que sofreram violência sexual dentro do espaço da universidade.
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