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17 álbuns clássicos que provam que 2005 foi a era de ouro dos emos

"Vamos ficar super tristes e morrer".

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Uma década atrás ocorreu o momento mágico dos emos. Pianos encontraram um lugarzinho na música mais pop, enquanto poderosos vocalistas clássicos combinavam seus dotes vocais com esmagadoras guitarras pós-hardcore, e o uso óbvio e intencional de autotune começou a aparecer pela primeira vez em álbuns de rock indie. Todas essas coisas maravilhosas estavam misturadas sobre os palcos do Warped Tour e nos iPod Minis de adolescentes de todo o mundo. Faça uma viagem no tempo com a gente (e enquanto você lê, ouça a playlist que está no final do post).

1. MaeThe Everglow

Nenhuma banda da era integrava piano, sintetizadores e guitarras de forma tão eficaz como a Mae. The Everglow é uma mistura completa e satisfatória de músicas suaves e lentas, como "The Sun and the Moon", e hinos melódicos e hiperativos, como "Painless". Além disso, esse álbum tem uma introdução assustadora e uma narração no final que toca em conjunto com a inserção de um conto infantil que os adolescentes não saberão apreciar porque os CDs não existem mais.

2. Jack's MannequinEverything in Transit

Andrew McMahon estabeleceu-se como um compositor pop de destaque durante seus anos com o Something Corporate e colocou essa experiência em uso no primeiro álbum sob seu apelido solo de Jack's Mannequin. Absolutamente agradável de ponta a ponta, Everything in Transit captou uma era do pop rock da Califórnia que transcendeu fronteiras sociais enquanto adolescentes emo e mauricinhos cantavam juntos a canção "Dark Blue".

3. Coheed & CambriaGood Apollo, I'm Burning Star IV, Volume One: From Fear Through the Eyes of Madness

Os fãs de Coheed & Cambria são uma raça diferente, que conhecem profundamente as histórias mitológicas contadas pelos álbuns altamente conceituais da banda. Mas mesmo se você não se importe com o fato de Good Apollo IV ser o início de uma tetralogia de álbuns (que vem acompanhada de uma história em quadrinhos!), é fácil entender, quando você ouve o riff de abertura infeccioso, por que "Welcome Home" é a música mais tocada do Coheed no Spotify (e por que esse é o seu álbum de maior sucesso comercial). Também nesse disco,"Wake Up" se destaca por sua sinceridade assustadora.

4. EmeryThe Question

Amplamente considerado o álbum mais completo de uma das bandas screamo mais emblemáticas e influentes da época, The Question combinava a energia bruta do primeiro registro da banda com uma série de músicas melhor estruturadas. A assinatura da Emery -- combinar os vocais quase que líricos de Toby Morrell com gritos bem colocados -- está em plena exibição em músicas como "Playing with Fire" e "Listening to Freddie Mercury".

5. CartelChroma

Cartel não recebeu os méritos devidos por ser uma das bandas de pop punk mais equilibradas da época. Mostrando uma linhagem direta de ícones do início dos anos 2000, como The Starting Line, o primeiro álbum completo do Cartel, Chroma, é um registro quase perfeito, variando facilmente entre músicas curtas e rápidas sobre sair e beber que são padrões do gênero, passando por músicas tristes tocadas por um piano e chegando um medley de 9 minutos inteiramente original com floreios de autotune bem colocados.

6. The Academy Is... – Almost Here

The Academy Is... criou um público como o ato de abertura para acontecimentos maiores, como Fall Out Boy e Something Corporate, e nunca recebeu a atenção que o seu melhor álbum, Almost Here, realmente merecia. Músicas como "Season" e "Down and Out" são exemplos perfeitos dos duetos vocais subestimados que fizeram com que a banda fosse extremamente amada por algumas pessoas.

7. Motion City SoundtrackCommit This to Memory

Alguns argumentam que Motion City Soundtrack não é realmente emo, e eles definitivamente tinham um espírito mais indie-punk, mas quando a sua música reúne um grupo de adolescentes para cantar "Let's Get Fucked Up and Die" em sincronia, você é jogado no panteão emo. Commit This to Memory é o tipo de disco que sua ex deixou no seu carro e que você puxou de debaixo do banco um ano depois para ouvir como uma enxurrada de lembranças perfurando seus pulmões.

8. BaysideBayside

Bayside é amado, apesar de seu som ter sido talvez o mais normal das bandas nessa lista. O disco que leva o esmo nome da banda geralmente é tido como o melhor do grupo, e destaques como "Devotion and Desire" fazem o sangue bombar.

"A voz de Anthony Raneri era muito foda", me diz um colega de trabalho que desejou permanecer anônimo. "Nossa, como ele é cheio de raiva sexy".

9. The Rocket SummerHello, Good Friend.

Bryce Avery, também conhecido como The Rocket Summer, é, reconhecidamente, muito choroso mesmo quando se trata da esfera dos vocalistas emo, mas sua dedicação em escrever, produzir e tocar todos os instrumentos em seus álbuns, junto com seus shows solo ao vivo, lhe renderam uma base de fãs apaixonados que o cultuam. Foi com Hello, Good Friend que a maioria das pessoas conheceu o The Rocket Summer, e músicas como "Never Knew" e "Brat Pack" terão sempre um lugar em nossos corações.

11. AcceptancePhantoms

Phantoms é o único álbum do Acceptance, e talvez essa seja a razão pela qual ele foi um dos discos mais subestimados da época. Músicas como "Take Cover", "Over You" e "So Contagious" são tão grudentas e cativantes quanto as melhores do gênero.

12. Bright EyesDigital Ash in a Digital Urn

Digital Ash in a Digital Urn saiu como um álbum duplo com uma segunda parte intitulada I'm Wide Awake, It's Morning, mas Digital Ash acabou se destacando mais por sua incursão na produção eletrônica, que naquele momento foi um desvio muito duro para a Bright Eyes. Embora a instrumentação tenha uma batida mais pesada do que o resto da obra de Conor Oberst, a voz imediatamente identificável, arranhada e imatura do cantor traz o melhor do emo nas principais músicas como "Arc Of Time (Timecode)" e "I Believe in Symmetry".

13. ParamoreAll We Know is Falling

A primeira vez que o mundo viu a incrível voz de Hayley William ocorreu no melhor e mais punk disco do Paramore. "All We Know", "Pressure" e "Emergency" são todas demais, mas realmente desejamos que em 2015 Hayley grite como ela faz em "My Heart".

14. The Spill CanvasOne Fell Swoop

The Spill Canvas é possivelmente a banda mais emo nesta lista. A voz trêmula de Nick Thomas combina muito bem com as letras angustiantes que são a assinatura da banda (especialmente em músicas como "Staplegunned" e "This is for Keeps").

15. Death Cab for CutiePlans

Death Cab for Cutie é talvez a banda mais famosa na lista, mas Plans, de 2005, foi o disco que apresentou a maioria das pessoas ao lado mais escuro da banda. Músicas sobre perda e morte, como "I Will Follow You Into the Dark" e "What Sarah Said", são equilibradas com a sólida sensibilidades pop do Death Cab em músicas como "Soul Meets Body" e o destaque "Crooked Teeth".

16. ThriceVheissu

Vheissu foi meio que um ponto de inflexão para o Thrice, inaugurando uma era mais artística, mas não menos pesada, para a banda. Os que amaram os álbuns anteriores da banda, que eram mais punk, ficaram desapontados com Vheissu, mas o disco — ancorado por canções de peso pesado como "Hold Fast Hope" e músicas mais contemplativas como "Stand and Feel Your Worth" — era o indicativo do que o futuro reservava para o Thrice, uma das poucas bandas que conseguiram evoluir ao longo da década, sem perder o seu fogo.

17. AnberlinNever Take Friendship Personal

Never Take Friendship Personal é um título perfeitamente emo, mas a glória da Anberlin sempre esteve nos vocais maduros do vocalista Stephen Christian, que equilibram os riffs de alta energia de sucessos incríveis como "Paperthin Hymn" e da música-título do álbum.

Reviva 2005 com a nossa lista do Spotify.

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