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A analista química de "Making a Murderer" irá despertar o cientista em você

Ela não é a heroína que merecemos, mas é a que precisamos.

publicado

Esta é Janine Arvizu, uma heroica analista química e auditora de qualidade de dados laboratoriais cujo testemunho apareceu no documentário criminal da Netflix Making a Murderer.

Segundo a análise dela, Steven Avery, o protagonista do documentário, não poderia ter tido seu sangue plantado em uma cena de crime, conforme sugeria um dos testes.

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O teste consistia em encontrar um composto químico chamado EDTA. Ele foi descoberto nos frascos de evidências que armazenavam sangue e também nas amostras de sangue de Avery tiradas do carro da vítima Teresea Halbach. Isso abriu uma brecha para que Avery afirmasse que alguém havia pegado seu sangue (que estava com a polícia) plantado na cena do crime. O teste, que foi conduzido pelo FBI a pedido do estado e não foi devidamente documentado, não detectou o composto químico.

A maneira como o especialista do FBI se justificou foi, no mínimo, insuficiente. Aqui estão o advogado de Avery e o especialista em questão:

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"Você está me dizendo que mesmo que nunca tenham testado as três outras manchas de sangue encontradas em outros lugares do carro, você está disposto a afirmar que nenhuma dessas três amostras continha EDTA?"

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Esta é uma declaração claramente absurda e Arizu, manjadora das ciências que é, não tem medo utilizar suas capacidades como uma testemunha de defesa:

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"E o que dizer das três amostras que não foram testadas pelo sr. Lebeau? Alguma conclusão pode ser tirada disso?"

Sendo a fonte luminosa de lógica e razão que ela é, ela também mostrou que só porque o EDTA não foi detectado não significa que ele não está ali, especialmente sem documentação sobre a sensibilidade do teste.

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