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A Lava Jato descobriu nomes para propina que vão te dar fome e raiva

Não necessariamente nessa mesma ordem.

publicado

No Brasil não faltam apelidos criativos dados para proprina. A Lava Jato já descobriu políticos e empresários corruptos que chamavam esse dinheiro ilítico de charuto, oxigênio ou, o mais famoso deles, pixuleco.

Rodolfo Buhrer / Reuters

Recentemente a Operação identificou um pessoal que usava outros nomes. "Ficou claro que os interlocutores utilizaram alimentos como apelidos para se referir a dinheiro”, afirma a força-tarefa.

Relatório do Ministério Público Federal analisou e-mails trocados por Dayse Deborah Neves, mulher do ex-presidente do Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro-RJ), Rogério Onofre de Oliveira, e o suposto operador de propinas do casal, Claudio Sá Garcia Freitas.Foram 255 mensagens entre 2013 e 2016, ligados a ‘movimentações irregulares de dinheiro’. As informações são da coluna do Fausto Macedo, do Estadão.

Relatório do Ministério Público Federal analisou e-mails trocados por Dayse Deborah Neves, mulher do ex-presidente do Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro-RJ), Rogério Onofre de Oliveira, e o suposto operador de propinas do casal, Claudio Sá Garcia Freitas.

Foram 255 mensagens entre 2013 e 2016, ligados a ‘movimentações irregulares de dinheiro’. As informações são da coluna do Fausto Macedo, do Estadão.

E eles se divertiam muito com as próprias piadas.

Às vezes o dinheiro era uma "sopinha..."

Getty

Ou um leitinho quentinho.

Menos no calor: aí é melhor gelado, né?

Às vezes tinha um paõzinho de queijo...

Rodrigobark / Getty Images

Café nunca faltava.

"Eta bule grande."

"Eta bule grande."

Dio5050 / Getty Images

No feriado, uma bebidinha, afinal recolher propina também cansa.

E para não repetir muito, proprinas temáticas.

Dayse, Rogério e Claudio foram presos na Operação Ponto Final, mas em agosto eles foram soltos por meio de um habeas corpus concedido pelo ministro Gilmar Mendes. Dias depois, Rogério foi preso novamente, por ‘ameaça de morte’, mas os outros dois continuam soltos.

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