8 comerciais brasileiros que foram totalmente cruéis com as crianças

A resolução que diz que toda publicidade voltada para a criança está errada gera briga. Mas vem aqui ver se isso não é bizarro.

A resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente que considera abusivo a publicidade voltada para a criança completou três meses em julho, mas ainda assim causa controvérsia.

ONGs e mercado publicitário têm travado uma briga acirrada, como mostra esta reportagem da Folha, e ontem Mônica de Sousa, filha do Maurício de Sousa, reclamou da resolução jornal O Globo.

A resolução diz que publicidade deve ser dirigida aos adultos. São considerados “abusivos os anúncios que com linguagem infantil, trilhas sonoras de músicas infantis, desenho animado, promoção de distribuição de prêmios ou brindes colecionáveis com apelo ao público infantil, entre outros aspectos.”

Até então, isso era fiscalizado por órgãos como o Procon e o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária).

A seguir, oito comerciais que ferem os princípios desta nova resolução. Alguns deles
foram julgados pelo Conar por serem considerados “abusivos”.

1. “Agora todo mundo na escola vai te chamar de princesa”.

O celular Beat Mix, da Samsung, vinha com as princesas da Disney e esta mensagem apelativa.

2. Um menino tenta hipnotizar a mãe dizendo “O Lucas precisa de todas as roupas e tênis da Renner”.

Não basta ser errado, tem que ser bizarro.

3. “Tome muito líquido” e mostra as crianças tomando Dolly.

O.O

4. “Pé de criança, pé de Klin”.

Que sacana a pegadinha da Klin. O comercial foi analisado pelo Conar em 2009.

5. Crianças namorando para ilustrar uma propaganda da Claro:

Afe.

6. E agora, alguns clássicos: “Eu tenho, você não temm”.

Gente do céu.

7. “Compre Batom”.

Sim, você lembra disso.

8. “Não esquece da minha Calói” aos sussurros:

Eu hein.

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